A situação das malhas rodoviária, hidroviária e ferroviária do RS é detalhada pelo secretário dos Transportes no Fórum Os Caminhos do Rio Grande

Pedro Westphalen. Fotos: Jackson Ciceri/ O SUL

O secretário dos Transportes do RS, Pedro Westphalen, abriu sua explanação no Fórum Os Caminhos do Rio Grande, mencionando a situação do Estado explanada por Cairoli  e disse “aumentar sua responsabilidade para realizar um trabalho que engrandeça o Estado”. Em seguida,  cumprimentou a diretoria da EGR também pela atuação que vem desempenhando e o esforço de todos “para construir um país e um Estado melhor”. Agradeceu à Rede Pampa pela iniciativa do Fórum, agradecendo à diretoria da empresa pelo evento.

O cenário das estradas gaúchas ao assumir a pasta foi detalhado pelo secretário. Além das más condições, 76 municípios não contavam com acesso asfáltico, com a EGR na ocasião operando com déficit, somado ao  sistema hidroviário subutilizado e o sistema aeroportuário paralisado, com o Estado sem condições de assumir investimentos e sem capacidade de endividamento. As ferrovias também estavam em péssimas condições, com um custo logístico muito alto e as obras federais paralisadas. Além disso, o DAER, SPH e DAP, igualmente subutilizados, sucateados e desmotivados.

Segundo o secretário, o grande paradoxo visualizado naquele momento era a dependência do RS das rodovias, “mais do que o Brasil como um todo”.  Foi este cenário que possibilitou a implantação de novas diretrizes e oportunidades para o restabelecimento da malha ferroviária, hidroviária e rodoviária do Estado, em parte através de parcerias com a iniciativa privada, o que possibilitou  concessões, implantação do CREMA (Contratos de Manutenção e Restauração de Rodovias), reestruturação do DAER e recuperação da EGR.

Com relação à EGR,  o secretário Pedro Westphalen afirmou “fizemos a modernização da empresa” e  traçou um perfil da mesma, focada na administração  ao longo de suas 14 praças de pedágios administradas, distribuídas ao longo de 892,78 quilômetros, com um volume de tráfego de mais de 40 milhões de veículos. “A EGR passou a ser concessionária e não mais administradora de pedágios. A permanência também foi estendida para 30 anos, o que permite buscar investimentos  para cumprimento de manutenção e conservação”.

Para finalizar, o secretário apontou obras realizadas e em andamento em diversas regiões do RS, como por exemplo Serra, e em municípios como Erechim, Santa Maria, Cachoeira e Passo Fundo, analisando melhorias não apenas na rede rodoviária mas  também em hidrovias,  ferrovias e aerovias como um todo.

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