Confira dicas do Procon para driblar o aumento dos preços dos alimentos em Porto Alegre

Agentes estão fiscalizando os supermercados para coibir preços abusivos. (Foto: Divulgação/PMPA)

O Procon Porto Alegre informou que está acompanhando o recente aumento nos preços dos alimentos que compõem a cesta básica. A elevação atinge principalmente itens como arroz, óleo de soja e feijão.

Confira algumas dicas do órgão para driblar os preços mais altos:

– Pesquise os locais que oferecem as melhores promoções. Aplicativos, como o Menor Preço – Nota Gaúcha podem ajudar a localizar os preços mais acessíveis sem precisar sair de casa;

– A economia está na substituição de alguns itens. No lugar do arroz, por exemplo, podem ser usados produtos como massa, batata e mandioca, que não registraram aumento de preço. Também é possível trocar o feijão pela lentilha ou por outro grão mais em conta;

– Evite estocar alimentos, pois os preços podem aumentar devido à maior escassez do produto à venda. Exemplo disso é o caso do álcool em gel, que teve expressiva alta entre o final de março e meados de maio por causa da pandemia de coronavírus;

– Tenha objetividade na hora de comprar. Um dos principais erros que influenciam no orçamento doméstico é sair para fazer compras específicas e acabar levando bem mais do que deveria;

– Fique atento às ofertas do dia, especialmente no caso dos hortifrutigranjeiros, que podem variar bastante nos dias de feiras dos mercados. Para isso, também é importante organizar e planejar os dias de compras.

Preços abusivos

O Procon informou que tem fiscalizado os supermercados da Capital. Segundo o órgão, não foram identificados casos de preços abusivos nesses estabelecimentos até o momento. A prática ocorre quando há aumento injustificado nos valores dos produtos.

Para verificar se a prática está ocorrendo, os agentes de fiscalização analisam as notas apresentadas pelos estabelecimentos para averiguar o quanto foi pago pelos produtos junto ao fornecedor e o valor final aplicado para o consumidor. Se ficar comprovado que o comerciante apenas repassou ao consumidor o aumento praticado pelo fornecedor da mercadoria, significa que não é um caso de preço abusivo. Mas, se for confirmado que houve aumento injustificado, o estabelecimento será multado.

É importante lembrar que não há lei no Brasil que determine o tabelamento de preços dos produtos que compõem a cesta básica e, por isso, o Procon não pode limitar os valores cobrados pelos estabelecimentos. Os consumidores que se sentirem lesados ou tiverem dúvidas devem denunciar a situação ao Procon por meio desse link para que o protocolo seja seguido e o preço verificado.

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