Governo gaúcho considera pacote de medidas “um marco na história do Estado, uma virada no cenário do RS”

Luciana Martins, Carlos Búrigo e Cléris Bevegnú. Fotos: Jackson Ciceri/O SUL

O secretário-geral de Governo do RS, Carlos Búrigo, o secretário de Comunicação, Cléber Benvegnú, e a subchefe da Casa Civil, Luciana Martins, estiveram na Rede Pampa de Comunicação, na manhã desta sexta-feira (25), a fim de detalhar o pacote de medidas para reequilibrar as finanças que o governo gaúcho encaminhou à Assembleia Legislativa.

O governo considera o pacote “um marco na história do Estado, uma virada no cenário do RS”, segundo Benvegnú. Ele reiterou que são “medidas profundas que mexem na estrutura do governo, mas necessárias para para construir um novo futuro”.

Atualmente, a arrecadação do governo do Estado não é suficiente para pagar nem mesmo a folha de pagamento dos servidores e é preciso implantar um novo conceito de governo, alterando questões previdenciárias e extinguindo autarquias e instituições que tinham importância em outras épocas, quando foram fundadas, mas que agora não suprem mais as necessidades, conforme os secretários.

Búrigo atestou que “o mundo mudou” e que tudo foi construído baseado em um processo de gestão para que o governo possa fazer suas entregas à sociedade com eficiência, para que sejam priorizadas áreas como segurança, saúde, educação e programas sociais.

O pacote foi construído ao longo do ano, com base em conversas, análises e auxílio de consultorias, até a obtenção de um real entendimento da situação do governo, seus pontos fortes e fracos, com determinação e vontade política, defendeu Búrigo. Já Luciana Martins acrescentou que 56% da folha de pagamento corresponde a inativos e as mudanças propostas atendem “a um pedido da sociedade”. Os secretários adiantaram que novas propostas estão por vir, conscientes de que é preciso mudar o quadro vigente a fim de garantir melhorias no futuro para servidores e sociedade. 

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