Motorista que estaria trafegando na contramão morre em acidente na BR-116, na Região Metropolitana de Porto Alegre

Um homem de 26 anos morreu em um acidente na BR-116, em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, na madrugada desta quinta-feira (10). Ele dirigia um Corsa, com placas de Alvorada, que colidiu contra um caminhão de pequeno porte. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a vítima estaria trafegando na contramão na rodovia, causando a batida frontal.

O acidente ocorreu perto do Parque Zoológico, no sentido interior-Capital, por volta das 4h20min. Os dois ocupantes do caminhão, com placas de Cachoeirinha, ficaram gravemente feridos. O trânsito foi bloqueado na estrada, provocando grande congestionamento.

Mortes no trânsito em Porto  Alegre

O ano de 2018 terminou com 74 vítimas fatais no trânsito de Porto Alegre, o menor número de mortes dos últimos 21 anos. Com esse dado, que representa menos 17% em relação a 2017 (90 mortes), foi antecipada em dois anos a redução da projeção de 50% do número de mortes estabelecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) para a Década de Ação no Trânsito (2010/2020), que era de, no máximo, 76 mortes para 2020 na Capital.

A redução geral acontece mesmo com aumento da frota: atualmente são 839 mil veículos registrados na Capital. Essa é a terceira vez, em 21 anos, que há menos de cem vítimas fatais (92 em 2016; 90 em 2017 e 74 em 2018). Em 1998, quando a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) começou a gerir o trânsito em Porto Alegre, 199 pessoas perderam a vida em razão de acidentes de trânsito.

Na comparação de 2018 com 2017, houve no ano passado uma redução de 6% em acidentes (12.657 a 11.866); menos 9% em feridos (5.438 a 4.895) e menos 17% em mortes (90 a 74). Caiu em 36% o número de mortes por atropelamentos (44 a 28) e em 31% as mortes envolvendo motociclistas (35 a 24). Os dados são da CIT (Coordenação de Informações de Trânsito) da EPTC, com fechamento no dia 3 de janeiro.

O diretor-presidente substituto da EPTC, Fábio Berwanger Juliano, afirmou que a redução geral da acidentalidade é resultado de ações de educação, infraestrutura e fiscalização, com o apoio da população. “Essa redução não seria possível sem o envolvimento efetivo da população, o que felizmente aconteceu. Claro que foi fundamental a parceria entre a EPTC e as demais secretarias do município, como a Saúde, por exemplo, no Programa Vida no Trânsito, além do envolvimento da Brigada Militar, Detran, Polícia Civil, Guarda Municipal, Polícia Rodoviária Federal e Samu, entre outros órgãos públicos e também privados, e demais instituições.”

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