Polícia Civil apreende 370 quilos de maconha e desarticula rota de tráfico Paraguai-RS

Ao longo da semana, policiais civis passaram a realizar a vigilância sobre veículos suspeitos de estarem trazendo entorpecentes para o RS. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Após seis meses de investigação, a PC (Polícia Civil) identificou rotas de entorpecentes para o Rio Grande do Sul de procedência do Paraguai. A mercadoria ilícita era transportada por Santa Catarina, entrando no Rio Grande do Sul por meio da BR-386. Ela abastecia principalmente Porto Alegre e Região Metropolitana.

Nessa sexta-feira, 370 quilos de maconha foram apreendidos por agentes da 2ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico, na BR-386, em Lagoa Vermelha, no Norte do Estado, após uma perseguição a veículos suspeitos.

Operação

Segundo o delegado Mario Souza, Diretor de Investigações do Denarc (Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico), ao longo da semana, policiais civis passaram a realizar a vigilância na localidade e monitorar veículos suspeitos de estarem trazendo entorpecentes para o RS.

Diversas rotas foram monitoradas e traçadas pela inteligência como possíveis deslocamentos de drogas para o território gaúcho. Durante as diligências dessa sexta-feira (25), foi identificado uma Saveiro clonada com placas de Porto Alegre que estaria funcionando como batedor de um veículo Cruze branco.

Quando foi dado alerta de parada aos motoristas dos veículos, eles empreenderam fuga pela estrada e após troca de tiros foi possível interceptar o automóvel Cruze com o carregamento de 370 quilos de droga. Os agentes ainda mantiveram intensa perseguição a saveiro clonada que estaria sendo usada por “batedores” da carga,  mas o condutor bateu o veículo e terminou fugindo pela mata.

As buscas permaneceram ao longo da noite e da madrugada com o objetivo de localizar os traficantes. Perícias deverão identificar os condutores dos veículos e realizar prisões. O delegado Mario Souza afirmou que “é uma importante rota identificada e uma considerável apreensão”.

Ele acrescentou que o método de transporte que vem sendo usado por essa quadrilha é “cavalo doido”, na qual a droga é espalhada de qualquer forma dentro do carro, sem nem ser escondida.

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