Prefeito do Rio tem o celular apreendido em operação que investiga suposto “QG da Propina”

O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) e a Polícia Civil realizaram buscas, na manhã desta quinta-feira (10), na prefeitura do Rio de Janeiro, na residência do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) e no Palácio da Cidade, onde ele despacha.

Os agentes apreenderam um telefone celular do prefeito. A ação é um desdobramento da Operação Hades, deflagrada em março deste ano, que investiga um suposto “QG da Propina” na prefeitura do Rio.

Segundo as investigações, empresas que tinham interesse em fechar contratos ou tinham dinheiro para receber do município entregariam cheques a Rafael Alves, irmão de Marcelo Alves — então presidente da Riotur.

Em troca, Rafael facilitaria a assinatura dos contratos e o pagamento das dívidas. Ele, Mauro Macedo, ex-tesoureiro de Crivella, e Eduardo Benedito Lopes, ex-senador suplente de Crivella, além de outros investigados, foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta quinta.

A defesa de Crivella disse que o prefeito está “tranquilo” e negou irregularidades.

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