Preso suspeito de assaltar restaurante em shopping de Porto Alegre

A Polícia Civil informou, na manhã desta quinta-feira (30), que prendeu um dos suspeitos de participar do assalto a um restaurante no Shopping Iguatemi, na Zona Norte de Porto Alegre, no final de julho. O mandado de prisão temporária foi cumprido no bairro Bom Jesus, na Zona Leste.

Durante o assalto, quatro indivíduos renderam os funcionários do Outback Steakhouse e roubaram uma quantia em dinheiro. Os clientes do estabelecimento não chegaram a perceber a ação dos bandidos, de acordo com a polícia.

Segundo o delegado Alexandre Vieira, o homem preso possui diversos antecedentes por roubo e é egresso do sistema prisional. “Ele é suspeito de comandar o assalto com outros três indivíduos. Depois da prisão, ele foi reconhecido por cinco testemunhas do fato”, esclareceu o delegado. Até o momento, outros dois suspeitos já foram identificados.

Serra Gaúcha

Na madrugada desta quinta-feira, a Polícia Civil realizou uma ação de combate ao crime organizado no município de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em um apartamento, onde foram encontrados explosivos, drogas, armas e diversas munições.

De acordo com o delegado Thiago Lacerda, as investigações, que duraram cerca de três meses, apontaram que um homem estaria ocultando drogas e armas no imóvel. “A princípio, o local investigado seria utilizado para o tráfico de drogas, mas as investigações também demonstraram uma possível ligação com outros crimes”, relatou o delegado.

Durante as buscas, foram apreendidos 6,5 quilos de maconha, 1,1 quilo de crack, 425 gramas de cocaína, dois coletes à prova de balas, um rádio comunicador, três balanças de precisão, duas toucas ninja, embalagens para entorpecentes, documentos, cinco revólveres calibre 38, uma espingarda calibre 12, um carregador de calibre 762 para fuzil M10 e munições dos calibres 44, 380, 762, 12 e 22.

No apartamento, também foram encontradas nove bananas de explosivos de emulsão volátil de alta potência e espoletas para detonação, totalizando 12,6 quilos de explosivos. “Existe a suspeita de que esses explosivos, com dispositivos para acionamento a distância, podem estar sendo utilizados em explosões de caixas eletrônicos e instituições bancárias no Estado”, completou Lacerda.

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