“Representa o seu passado e caminhos para o futuro”, diz Blairo Maggi sobre a agricultura na Expodireto

Ministro Blairo Maggi cumprimentando o presidente da Cotrijal, Nei César Mânica. Foto: Betina Carcuchinski / especial O Sul

Acompanhado de 33 embaixadores e 7 diplomatas de 40 países, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, visita pela quarta vez a Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio na América Latina. “É sempre uma alegria estar em um ambiente onde a agricultura é representada pelo seu passado, pela sua força, e também indica caminhos para o futuro”, destaca Blairo. O ministro traduz a agricultura brasileira como fortalecida e baseada em ciência e tecnologia desde os primórdios da fundação da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Para ele, a Expodireto cumpre a missão de divulgar e apresentar o melhor da agricultura do Rio Grande do Sul e principalmente as máquinas produzidas na região.

A área internacional da feira recebe desde o primeiro dia, 06, delegações oriundas de 70 países em busca de negócios. O ministro avalia a presença desses representantes como uma “oportunidade de garantir clientes”. Ainda enfatiza: “Se eles quiserem comprar, vendemos todo o Rio Grande”.

Blairo recebeu em nome do governo gaúcho um documento sobre a cadeia produtiva do trigo solicitam medidas para resolver alguns gargalos da produção do cereal, como logística, taxa de cabotagem e armazenagem. “Conheço a vontade do RS de produzir trigo, mas o Brasil tem que entender a cultura do cereal como um todo, o seu mercado e de que forma o MERCOSUL está inserida no mundo”, explica. Segundo o ministro, se fosse realizado um zoneamento sobre nas terras que produzem trigo no País, as do Estado seriam classificadas, em sua maioria, como marginais, ou seja, são vitais para a subsistência dos pequenos agricultores. “O melhor é produzir em terras mais adubadas”, acrescenta.

O ministro da Agricultura também abordou garantia de crédito para produtores rurais, duplicação de rodovias e Plano Safra. “Não temos números definitivos e nem quero anunciar antecipadamente, para que não haja expectativas”. Mas ele garante que os 182 milhões de reais investidos em custeio para financiamento foram suficientes para alcançar as metas. Sobre o déficit na armazenagem, ressalta o programa criado pelo governo voltado ao segmento. “Essa questão merece prioridade. O produtor não pode tirar da colheitadeira e mandar direto para o caminhão ou navio”, finaliza.

Foto: Betina Carcuchinski / especial O Sul
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O vice-presidente da Rede Pampa de Comunicação, Paulo Sérgio Pinto acompanhou a entrada do ministro. Foto: Betina Carcuchinski / especial O Sul

 

 

 

 

 

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