Simers prevê bons resultados no fechamento da Expointer

Claudio Bier, presidente do Simers. Fotos: Jackson Ciceri/O Sul
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A nova sede da entidade, no bairro Moinhos de Vento.
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O agronegócio move a economia, sendo um dos poucos setores que apresentou crescimento frente ao atual momento que o País enfrenta. Neste cenário, o RS ganha relevância, ancorado também na representatividade e na força do segmento das máquinas e implementos agrícolas. Os números reiteram isto uma vez que o Estado responde pela produção de 60% das máquinas fabricadas em território brasileiro.
A categoria encontra eco para reivindicar suas demandas e projetar expansão no SIMERS (Sindicato das Máquinas e Implementos Agrícolas do RS), que há 14 anos vem sendo presidido com maestria pelo empresário Claudio Bier. Sob sua liderança, o SIMERS vem colaborando efetivamente na reestruturação do Parque de Exposições Assis Brasil, palco do principal evento do calendário gaúcho do agronegócio, a Expointer, que encerra hoje. Com apoio logístico e financeiro do Sindicato, o Pavilhão do Gado Leiteiro ganhou melhorias. O boulevard recebeu um novo deck, ampliado e com materiais ecosustentáveis, só nesta edição. A área ocupada pelas máquinas e implementos, com um total de 130 mil metros quadrados, incluindo o estacionamento, a cada ano recebe atenção especial a fim de atender aos associados da entidade, clientes, prospects e visitantes em geral.
Uma das novidades deste ano fica para o aplicativo Internet das Coisas. Um chip instalado em cada máquina fornece automaticamente suas características, preço e formas de pagamento, com outra vantagem adicional, registra o cadastro do interessado, num verdadeiro pré-atendimento. Tudo pelo celular, encurtando distâncias para a efetivação de negócios.
Segundo Claudio Bier a expectativa para esta Expointer é de atingir os mesmos resultados obtidos em 2015, quando foram comercializados 1.690 bilhão de reais. Ele está otimista e considera que “o setor parou de cair”. Em relação ao primeiro semestre de 2015, o segmento teve uma queda de 28%. Mas, comparando os números recentes do mês de julho do ano passado com o deste ano, houve um aumento de 1,5%. “A comunidade empresarial está mais otimista, mais confiante e nós apostamos nisto para projetar os números deste ano na Expointer. Deveremos chegar muito próximo do ano ano passado”.
Os motivos para este otimismo também se acentuam com a perspectiva da (retirar, uma vez que já foi inaugurada) abertura das portas da nova sede do SIMERS, na Rua Gonçalo de Carvalho/Capital, aos associados para palestras, debates, reuniões informais. É a entidade cada vez mais próxima da categoria que representa. Hoje são 300 associados e os trabalhos de interiorização do Sindicato ganham força a cada dia com foco no fortalecimento do setor. Há 14 anos à frente do Sindicato, já em sua quarta gestão, Claudio Bier revela seu entusiasmo com a atividade. “Gosto muito do que faço”, confessa. Agora, o SIMERS também lança um olhar mais aguçado ao exterior, principalmente na Argentina, onde já tiveram início as negociações para a abertura de fronteiras para a indústria gaúcha naquele mercado, numa reconquista deste espaço que fomenta e eleva a qualidade e a competividade, em prol do desenvolvimento setorial.

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