Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2026

Home Variedades A Nasa reacendeu um debate centenário e provocou uma onda de críticas de brasileiros nas redes sociais

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Uma publicação do Escritório de História da Nasa reacendeu um debate centenário e provocou uma onda de críticas de brasileiros nas redes sociais. Ao apresentar os irmãos Orville e Wilbur Wright como pioneiros da aviação, a Nasa foi confrontada por usuários que reivindicam para o brasileiro Santos Dumont o título de inventor do avião.

As reações ironizaram a forma como os norte- americanos teriam conseguido decolar. “Com catapulta até uma vaca voa”, escreveu um perfil nos comentários. Usuários lembraram que os aviões dos Wright dependiam de trilhos e de um mecanismo de pesos, como uma espécie de catapulta, para sair do chão.

A controvérsia não é nova. Há mais de cem anos, Brasil e Estados Unidos sustentam versões distintas sobre a origem do avião. Enquanto os norte-americanos defendem que os irmãos Wright realizaram o primeiro voo em 1903, os brasileiros afirmam que o feito cabe a Santos Dumont, que testou publicamente sua aeronave anos depois.

Pesquisadores e especialistas costumam destacar diferenças consideradas decisivas nos critérios da época. Em 1906, em Paris, o 14-bis de Santos Dumont levantou voo sem qualquer auxílio externo, diante de centenas de pessoas e de uma comissão técnica do Aeroclube da França convocada previamente para acompanhar a demonstração. Já os voos atribuídos aos Wright não teriam contado com testemunhas credenciadas nem ocorrido em exibições públicas.

NASA adia Artemis 2 após vazamento

A NASA adiou a missão Artemis 2, primeira viagem tripulada ao redor da Lua desde o programa Apollo, após a identificação de um vazamento de hidrogênio líquido durante um teste de abastecimento realizado em fevereiro de 2026.

O problema forçou a interrupção do ensaio na plataforma de lançamento. Agora, a agência trabalha com uma janela principal entre 6 e 11 de março, além de datas alternativas em abril.

A missão, que não inclui pouso lunar, terá duração aproximada de dez dias e servirá para validar em espaço profundo os sistemas do foguete Space Launch System (SLS) e da cápsula Orion.

O SLS é hoje o foguete operacional mais potente do mundo, equipado com motores herdados do antigo programa dos ônibus espaciais.

A cápsula Orion, desenvolvida desde meados dos anos 2000, incorpora partes do cancelado programa Constellation e utiliza um módulo de serviço fornecido pela Agência Espacial Europeia, responsável por energia, propulsão e controle térmico.

Esses sistemas passaram por extensos testes após o voo não tripulado da Artemis 1, em 2022. A combinação de tecnologias novas e reaproveitadas exige ajustes constantes para garantir segurança máxima à tripulação. Com informações dos portais Estadão e CNBC.

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