Quinta-feira, 21 de Maio de 2026

Home Política Após Banco Master, presidente nacional do Partido Progressistas estaria envolvido em outro escândalo

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O senador Ciro Nogueira, um dos principais líderes do Centrão no Congresso Nacional, voltou ao centro de uma nova crise política após o avanço das investigações relacionadas ao escândalo do Banco Master. O parlamentar, que já é alvo de apurações da Polícia Federal sobre supostas vantagens indevidas envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, agora também aparece citado em um contexto paralelo ligado ao empresário Ricardo Magro, controlador da antiga Refit, refinaria do setor petrolífero.

O novo desdobramento ganhou força após operações da Polícia Federal que tiveram como foco aliados do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Entre os investigados está o empresário Ricardo Magro, conhecido por atuar no mercado de combustíveis e por já ter sido alvo de investigações fiscais e financeiras em anos anteriores.

Nos bastidores de Brasília, a aproximação entre personagens envolvidos em diferentes investigações ampliou o desgaste político sobre Ciro Nogueira. O senador já vinha sendo pressionado após a quinta fase da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes bilionárias no Banco Master e possíveis relações do banco com integrantes do meio político. Segundo a investigação, a Polícia Federal suspeita que empresas ligadas ao senador teriam recebido repasses milionários atribuídos ao esquema comandado por Daniel Vorcaro.

As suspeitas incluem pagamentos mensais, custeio de despesas pessoais e suposta atuação política em benefício do Banco Master, especialmente em propostas legislativas relacionadas ao sistema financeiro. A defesa de Ciro Nogueira nega qualquer irregularidade e afirma que o senador não praticou atos ilícitos, além de sustentar que irá colaborar com as investigações.

Agora, o nome do presidente nacional do Progressistas passa a circular também em meio às apurações que envolvem Ricardo Magro e operadores políticos do Rio de Janeiro. Embora não exista, até o momento, acusação formal contra Ciro nesse novo caso, investigadores analisam possíveis conexões políticas e empresariais entre os personagens envolvidos nos dois escândalos.

A nova associação preocupa lideranças do Centrão e aumenta a pressão sobre o Progressistas em um momento de reorganização política para as eleições de 2026. Nos corredores do Congresso, parlamentares avaliam que o avanço simultâneo das investigações pode atingir diretamente a imagem de um dos principais articuladores políticos da direita brasileira.

O caso segue sob investigação da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal. Até o momento, não houve denúncia formal apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o senador.

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