Sexta-feira, 14 de Junho de 2024

Home Cláudio Humberto Assessor do MME ganha cargo de R$ 75 mil no ONS

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O chefe do Ministério de Minas e Energia (MME), Bento Albuquerque, mostra que seu mundo é a repartição. Agora arrumou uma bela boquinha para um protegido, Christiano Vieira, secretário de Energia Elétrica do MME. Christiano ganhou do almirante a diretoria de Operação do ONS, sigla de Operador Nacional do Sistema, R$ 75 mil mensais. Elisa Bastos terá moleza idêntica; ela sai Aneel, agência que presta vassalagem a empresas do setor, para ser diretora de Assuntos Corporativos da ONS.

Ninguém merece
Bento sabe cuidar dos seus. Criou a estatal ENBPar para controlar outras duas, e botou na sua presidência um amigão e ex-assessor.

Proteção aos seus
A exemplo de Christiano Vieira, o almirante Ney Zanella dos Santos era auxiliar de Bento Albuquerque no Ministério da Minas e Energia.

Papel ou papelão?
A ENBPar, instalada nas costas dos brasileiros, substituirá a Eletrobras no controle de estatais “imprivatizáves”, como Itaipu e Eletronuclear.

ONS é uma mãe
O diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, outro que parece pedido em suas funções, fatura um salário ainda maior: R$ 90 mil mensais.

Deputado se licencia para não perder jogos de vôlei
O deputado distrital Rodrigo Delmasso (MDB) foi autorizado pela mesa diretora da Câmara Legislativa a se ausentar do trabalho desde quarta (27) até 16 de junho, para que ele… não perca jogos de vôlei em Brasília nesse período. O deputado aproveitou convite do presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) para os jogos e ingressou sem demora com pedido para ser dispensado do trabalho. Mas a jogada, no entanto, permitirá ao deputado se ausentar do trabalho até outubro.

Recesso à vista
O fim da licença, 16 de junho, coincidirá com o início do maldito recesso parlamentar de meio do ano, que dura um mês inteiro.

Quando outubro vier
Como agosto e setembro os políticos estarão em campanha, o deputado folgado só voltará a “pegar no pesado” após a eleição de outubro.

Trabalho para quê?
As competições de vôlei acontecem em Brasília e certamente o deputado poderia conciliá-las com o trabalho. Mas daria uma canseira…

Temperado
O pré-candidato do PDT a presidente Ciro Gomes ouviu um grito de “mito!”, durante passeio na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP). A resposta foi de anão político: “Roubou a tua mãe, ou comeu ela?”.

Cego em tiroteio
Em coletiva de obviedades, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, falou três vezes que importante é “achar soluções para os problemas do Brasil”, sem citá-las. Tirar projetos e reformas da gaveta, que é bom…

Vale lembrar
O WhatsApp suspendeu, em março, contas de administradores dos grupos oficiais do ex-corrupto Lula, incluindo um tal de “Lulaverso”. O Meta, dono do WhatsApp, não explicou motivos, os petistas tampouco.

Quem governa?
O partido Rede fracassou nas urnas, tem só dois deputados federais, e o STF tampouco é votado. Mas se juntaram para ontem (28) anular, pela enésima vez, decisões administrativas de um governo eleito nas urnas.

Vai uma palestra aí?
Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, faz na FGV, nesta segunda (2), mais uma palestra. Dessa vez, o ministro vai falar sobre “Liberdade de Expressão e Democracia” no Brasil contemporâneo.

Escorpião no pescoço
A política mais oportunista da história da Argentina mostra sua casa: quando viu que o governo do demagogo Alberto Fernández estava fazendo água, a vice-presidente Cristina Kirchner pulou para a oposição.

Emprego em alta
Total de pessoas empregadas com carteira assinada no Brasil chegou a 41,2 milhões após contabilizar o mês de março. Segundo o Caged, foram 3,8 milhões de novas vagas criadas desde janeiro de 2019.

Coisa do passado
A pandemia acabou! Ao menos é o que revela pesquisa da FSB em que 33% dos entrevistados acham que a situação da covid é pouco ou nada grave e 49% que têm medo pequeno, muito pequeno ou nenhum.

Pensando bem…
… o Brasil é o país do sanduíche de picanha sem picanha e da política sem política.

PODER SEM PUDOR

Protesto com prejuízo
Quando a ditadura fechou o Congresso, em 1966, determinou que os parlamentares se identificassem para entrar no prédio. O conservador Amaral Neto se revoltou e, numa cena teatral, rasgou a carteirinha de deputado, diante do diretor da Câmara, Luciano Brandão, encarregado de identificar os deputados. Logo depois ele se lembrou que precisava do documento para viajar de graça (na época era assim) de avião. ”Providencie a segunda via, preciso viajar ao Rio”, segredou a Brandão. E passou o resto da vida citando o gesto como sinal de sua “resistência”.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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