Quarta-feira, 04 de Março de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 4 de março de 2026

O Brasil vive uma expansão acelerada da energia solar, com previsão de atingir 54 GW de capacidade instalada até 2026, consolidando-se entre os cinco maiores mercados do mundo. Nesse cenário, a engenheira Bruna Stein, diretora de operações da SunnyHUB, desponta como uma das lideranças mais influentes da transição energética. Sua trajetória mostra que inovação não se mede apenas em tecnologia, mas também em inclusão.
Bruna percebeu cedo que o maior obstáculo para a adoção da energia solar era o custo inicial dos equipamentos. Ao invés de insistir no modelo tradicional, ajudou a consolidar o sistema de energia solar por assinatura, em que o consumidor não compra painéis, mas assina o acesso à energia gerada em usinas solares. O resultado é economia imediata — em média 20% a 30% na conta de luz — sem necessidade de investimento em hardware.
Esse modelo, conhecido como Energy as a Service (EaaS), já representa uma fatia crescente do mercado brasileiro. Ele se destaca por eliminar barreiras financeiras e ampliar o alcance da energia limpa para famílias e pequenas empresas que antes ficavam à margem da transição energética.
Além da inovação tecnológica, Bruna Stein tem se destacado por sua capacidade de atrair e formar lideranças femininas dentro da SunnyHUB. Áreas estratégicas como Compliance, Marketing e Operações são conduzidas por mulheres, imprimindo uma gestão mais diversa e humanizada. Para Bruna, essa diversidade não é apenas simbólica: é parte essencial da sustentabilidade. “A transição energética do Brasil não é apenas técnica, ela é social. Ter mulheres liderando projetos de infraestrutura e tecnologia prova que a sustentabilidade de amanhã será construída por mãos mais diversas”, afirma.
Sua atuação mostra que inovação não se limita à eficiência energética, mas também à democratização do acesso. Ao transformar energia limpa em um serviço acessível, Bruna Stein simboliza uma nova geração de lideranças femininas que unem tecnologia, inclusão e impacto social. (por Gisele Flores – isele@pampa.com.br)