Domingo, 04 de Janeiro de 2026

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou neste sábado (3) que seu governo enviou forças de segurança à fronteira, em preparação para um possível “fluxo massivo de refugiados” provenientes da vizinha Venezuela.

Petro, um dos críticos mais contundentes de Donald Trump, disse ainda que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.

“Sem soberania, não há nação”, escreveu Petro nas redes sociais, após uma reunião de segurança nacional realizada durante a madrugada de sábado.

“A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado”, afirmou o presidente colombiano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

Ataque dos EUA na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova York por volta das 18h30 deste sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos. A prisão ocorreu durante a madrugada, em Caracas, de acordo com o governo americano.

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.

A pressão sobre o governo venezuelano começou em em agosto, quando os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Nicolás Maduro. À época, o governo norte-americano reforçou a presença militar no Mar do Caribe.

Inicialmente, a Casa Branca afirmou que a mobilização militar tinha como objetivo combater o narcotráfico internacional. Com o tempo, autoridades americanas passaram a dizer, sob anonimato, que o objetivo final seria derrubar o governo Maduro.

Trump e o presidente venezuelano chegaram a conversar por telefone em novembro. No entanto, segundo a imprensa americana, os contatos terminaram sem avanços, já que Maduro teria demonstrado resistência em deixar o poder.

No mesmo mês, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista. O governo americano acusa Maduro de liderar o grupo.

Ainda em novembro, a imprensa internacional informou que os EUA estavam prestes a iniciar uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

Além disso, de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos têm interesse em assumir o controle das reservas de petróleo venezuelanas, consideradas as maiores do mundo.

Nas últimas semanas, militares americanos apreenderam navios petroleiros da Venezuela. Trump também determinou um bloqueio contra embarcações alvos de sanções e acusou Maduro de roubar os EUA. Com informações do portal G1.

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