Segunda-feira, 22 de Junho de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 21 de junho de 2026
Dentre os possíveis adversários da Seleção Brasileira na próxima fase – com mediante duelos e jogo único e eliminatórios – da Copa do Mundo, a comissão técnica tem direcionado boa parte de seu radar para uma equipe considerada perigosa: o Japão. Fontes ligadas aos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) dão conta de que a análise tática e a coleta de informações têm sido intensificadas ao longo dos últimos dias.
A ideia estaria em sintonia com a uma estratégia de não dar margem a surpresas no torneio. Até o momento, o Brasil mantém sua programação original de treinos e estudos de adversários, sem mudanças significativas no planejamento.
O técnico Carlo Ancelotti mantém o foco nos ajustes de aspectos táticos e físicos do elenco, enquanto o setor de análise de desempenho se dedica a cruzar dados de jogos do Japão e de outros potenciais rivais da chave. O fato de a Seleção nipônica continuar no radar demonstra a seriedade com que a comissão trata cada oponente, evitando qualquer tipo de relaxamento na reta final da primeira fase.
Internamente, o parecer é de que o Japão apresenta características que podem exigir adaptações específicas, como defesa sólida e transições rápidas. Por isso, a comissão “Canarinho” tem catalogado padrões táticos, cobranças de bola parada e movimentações ofensivas dos nipônicos. A ideia é obter um dossiê completo disponível para os jogadores, caso o confronto se concretize nas oitavas de final ou nas quartas.
Evolução
O Japão tem mostrado evolução consistente nos últimos anos, com uma mescla de experiência de jogadores atuando na Europa e a juventude de talentos emergentes. O Brasil, que já enfrentou os nipônicos em edições anteriores da Copa, sabe que não pode subestimar a organização tática e a disciplina tática dos asiáticos, cujo ponto forte está no coletivo e na capacidade de manter a posse de bola em momentos de pressão – um desafio para os oponentes.
Além disso, o Japão tem se destacado pelas bolas aéreas defensivas e pelos contra-ataques rápidos pelas laterais. A comissão técnica brasileira já identificou essas armas e prepara orientações específicas para neutralizá-las. O trabalho inclui simulações em treinos fechados e ajustes na linha defensiva. Apesar de o foco principal ainda ser a própria evolução do time, a atenção ao Japão é um sinal de que a seleção não quer ser pega de surpresa.
Em 14 de outubro do ano passado, o Brasil sofreu derrota inédita para o Japão, em amistoso na capital nipônica Tóquio. A equipe sob o comando de Ancelotti chegou abrir 2 a 0 no primeiro tempo (gols de Paulo Henrique e Gabriel Martinelli), mas sofreu a virada por 3 a 2 em apenas 20 minutos na etapa complentar. (com informações do site UOL)
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