Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 15 de janeiro de 2026
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul tornou-se pioneira no Brasil ao adotar o sistema ColorADD em seus avisos e alertas de risco. O chamado “código das cores” traduz tonalidades em símbolos gráficos, permitindo que pessoas com algum tipo de daltonismo compreendam com clareza os diferentes níveis de severidade dos eventos hidrometeorológicos.
A medida atende a uma demanda concreta: no Estado, cerca de 422 mil pessoas convivem com algum grau de daltonismo, o que representa 3% da população. Em escala nacional, são 8,25 milhões de brasileiros. A dificuldade em distinguir cores como verde e vermelho, ou perceber o roxo como azul, poderia comprometer a leitura dos alertas. Com o ColorADD, a comunicação de risco ganha acessibilidade e eficácia.
O sistema já está integrado aos comunicados oficiais publicados no site e nas redes sociais da Defesa Civil. A escala tradicional de cores — verde (normalidade), amarelo (alerta moderado), laranja (alerta alto), vermelho (alerta severo) e roxo (ação imediata) — passa a ser acompanhada dos símbolos gráficos, ampliando a compreensão.
O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, destacou que a iniciativa nasceu da escuta das demandas da população e representa avanço na interlocução com os cidadãos. Mais do que inclusão, trata-se de ampliar a capacidade de prevenção em cenários severos e assegurar que todos tenham acesso às informações necessárias em situações de emergência.
Políticas integradas fortalecem a Defesa Civil
A adoção do ColorADD se soma a outras medidas recentes do governo gaúcho, como o novo sistema de monitoramento de rios, capaz de prever níveis de cheias com maior precisão, e a ampliação da rede de comunicação em emergências, que integra municípios e órgãos estaduais em tempo real. Juntas, essas iniciativas reforçam o papel do Rio Grande do Sul como laboratório de inovação em políticas públicas voltadas à prevenção de desastres.
Referência internacional
A iniciativa está alinhada às diretrizes do Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos e Desastres (UNDRR), que recomenda ampliar a acessibilidade e a clareza das comunicações em cenários de emergência. O RS, ao adotar o ColorADD, coloca-se em sintonia com padrões globais de prevenção e gestão de riscos.
Comparação com outros estados
Nenhum outro estado brasileiro incorporou o ColorADD em sua comunicação de risco. Esse pioneirismo reforça a posição do Rio Grande do Sul como referência nacional, abrindo caminho para que a experiência seja replicada em outras regiões do país.
Dimensão cidadã
Mais do que uma inovação técnica, a acessibilidade aqui não é detalhe: é questão de segurança pública. Garantir que todos compreendam os alertas, independentemente de limitações visuais, significa ampliar a proteção da população e fortalecer a cidadania.
Ao integrar tecnologia, inclusão e prevenção, o Estado dá um passo à frente na construção de políticas públicas que unem segurança e cidadania, projetando o RS como referência nacional e internacional em gestão de riscos.(por Gisele Flores- Gisele@pampa.com.br)
Por Redação Rádio Pampa | 15 de janeiro de 2026
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul tornou-se pioneira no Brasil ao adotar o sistema ColorADD em seus avisos e alertas de risco. O chamado “código das cores” traduz tonalidades em símbolos gráficos, permitindo que pessoas com algum tipo de daltonismo compreendam com clareza os diferentes níveis de severidade dos eventos hidrometeorológicos.
A medida atende a uma demanda concreta: no Estado, cerca de 422 mil pessoas convivem com algum grau de daltonismo, o que representa 3% da população. Em escala nacional, são 8,25 milhões de brasileiros. A dificuldade em distinguir cores como verde e vermelho, ou perceber o roxo como azul, poderia comprometer a leitura dos alertas. Com o ColorADD, a comunicação de risco ganha acessibilidade e eficácia.
O sistema já está integrado aos comunicados oficiais publicados no site e nas redes sociais da Defesa Civil. A escala tradicional de cores — verde (normalidade), amarelo (alerta moderado), laranja (alerta alto), vermelho (alerta severo) e roxo (ação imediata) — passa a ser acompanhada dos símbolos gráficos, ampliando a compreensão.
O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, destacou que a iniciativa nasceu da escuta das demandas da população e representa avanço na interlocução com os cidadãos. Mais do que inclusão, trata-se de ampliar a capacidade de prevenção em cenários severos e assegurar que todos tenham acesso às informações necessárias em situações de emergência.
Políticas integradas fortalecem a Defesa Civil
A adoção do ColorADD se soma a outras medidas recentes do governo gaúcho, como o novo sistema de monitoramento de rios, capaz de prever níveis de cheias com maior precisão, e a ampliação da rede de comunicação em emergências, que integra municípios e órgãos estaduais em tempo real. Juntas, essas iniciativas reforçam o papel do Rio Grande do Sul como laboratório de inovação em políticas públicas voltadas à prevenção de desastres.
Referência internacional
A iniciativa está alinhada às diretrizes do Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos e Desastres (UNDRR), que recomenda ampliar a acessibilidade e a clareza das comunicações em cenários de emergência. O RS, ao adotar o ColorADD, coloca-se em sintonia com padrões globais de prevenção e gestão de riscos.
Comparação com outros estados
Nenhum outro estado brasileiro incorporou o ColorADD em sua comunicação de risco. Esse pioneirismo reforça a posição do Rio Grande do Sul como referência nacional, abrindo caminho para que a experiência seja replicada em outras regiões do país.
Dimensão cidadã
Mais do que uma inovação técnica, a acessibilidade aqui não é detalhe: é questão de segurança pública. Garantir que todos compreendam os alertas, independentemente de limitações visuais, significa ampliar a proteção da população e fortalecer a cidadania.
Ao integrar tecnologia, inclusão e prevenção, o Estado dá um passo à frente na construção de políticas públicas que unem segurança e cidadania, projetando o RS como referência nacional e internacional em gestão de riscos.(por Gisele Flores- Gisele@pampa.com.br)