Quarta-feira, 07 de Janeiro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 6 de janeiro de 2026
O dólar fechou em queda de 0,48% nesta terça-feira (6), cotado a R$ 5,3794. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançava 1,29% no fim do pregão, aos 163.964 pontos.
Os mercados continuam reagindo às tensões políticas na Venezuela, e à divulgação de dados econômicos e discursos no Brasil e nos Estados Unidos, que podem influenciar as projeções econômicas para 2026. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela não deve realizar eleições nos próximos 30 dias e sugeriu que o governo americano pode subsidiar esforços de empresas americanas de energia para reconstruir a indústria petrolífera venezuelana.
No Brasil, o resultado da balança comercial de 2025 teve pior resultado em três anos. Houve um um superávit de US$ 68,3 bilhões, queda de 7,9% na comparação com o ano anterior.
Sob impacto do tarifaço dos EUA, as exportações brasileiras aos americanos recuaram 6,6%, passando de US$ 40,37 bilhões para US$ 37,72 bilhões.
No cenário externo, além da divulgação do PMI de dezembro dos EUA — indicador que ajuda a medir o ritmo da atividade econômica —, investidores acompanham o discurso de Tom Barkin, presidente do Federal Reserve de Richmond, que pode dar pistas sobre o futuro dos juros americanos.
Bolsas globais
Wall Street subiu nesta terça-feira, com os investidores deixando de lado os temores de um impacto geopolítico mais amplo após forças dos EUA prenderem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no fim de semana.
O S&P 500 subiu 0,62%, aos 6.944,55 pontos. O Nasdaq avançou 0,61%, para 23.537,96 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average ganhou 1,02%, aos 49.476,54 pontos, aproximando-se da marca histórica de 50 mil.
As ações do setor de petróleo recuaram após os fortes ganhos da sessão anterior, com gigantes como ExxonMobil e Chevron caindo 2,3% e 4,5%, respectivamente. Em contrapartida, os papéis de chips avançaram com força, impulsionados por um novo otimismo em torno da inteligência artificial.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, discursou na Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, e afirmou que futuros processadores de inteligência artificial incluirão uma nova camada de tecnologia de armazenamento.
A SanDisk saltou 23%, a Western Digital avançou 16%, a Seagate Technology ganhou 13% e a Micron Technology subiu quase 8%, com as quatro ações atingindo máximas históricas. Já a Moderna disparou 10% após o BofA Global Research elevar o preço-alvo da farmacêutica.
As bolsas europeias encerraram a terça-feira em alta, mantendo o ritmo positivo da sessão anterior e renovando recordes. O movimento foi sustentado pelo otimismo com a economia da região e pela continuidade do apetite por risco.
No fechamento, o Stoxx 600 subiu 0,63%, aos 605,56 pontos, após superar 600 pontos pela primeira vez na sessão anterior. O FTSE 100 ganhou 1,18%, aos 10.122,73 pontos; o DAX avançou 0,09%, aos 24.892,20 pontos; e o CAC 40 teve alta de 0,32%, aos 8.237,43 pontos.
Os principais índices da Ásia também fecharam em alta, impulsionados pelo desempenho das ações chinesas, que atingiram os maiores níveis em mais de uma década. O movimento contou com o apoio da valorização dos metais não ferrosos, do setor financeiro e do otimismo antes do Ano Novo Lunar.
Em Xangai, o índice SSEC subiu 1,50%, a 4.083 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,55%, a 4.790 pontos. O Hang Seng, em Hong Kong, ganhou 1,38%, a 26.710 pontos.
Em outros mercados, o Nikkei, em Tóquio, subiu 1,32%, a 52.518 pontos; o Kospi, em Seul, avançou 1,52%, a 4.525 pontos; o Taiex, em Taiwan, teve alta de 1,57%, a 30.576 pontos; e o Straits Times, em Cingapura, ganhou 1,27%, a 4.739 pontos. (Com informações do portal de notícias g1)
Por Redação Rádio Pampa | 6 de janeiro de 2026
O dólar fechou em queda de 0,48% nesta terça-feira (6), cotado a R$ 5,3794. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançava 1,29% no fim do pregão, aos 163.964 pontos.
Os mercados continuam reagindo às tensões políticas na Venezuela, e à divulgação de dados econômicos e discursos no Brasil e nos Estados Unidos, que podem influenciar as projeções econômicas para 2026. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela não deve realizar eleições nos próximos 30 dias e sugeriu que o governo americano pode subsidiar esforços de empresas americanas de energia para reconstruir a indústria petrolífera venezuelana.
No Brasil, o resultado da balança comercial de 2025 teve pior resultado em três anos. Houve um um superávit de US$ 68,3 bilhões, queda de 7,9% na comparação com o ano anterior.
Sob impacto do tarifaço dos EUA, as exportações brasileiras aos americanos recuaram 6,6%, passando de US$ 40,37 bilhões para US$ 37,72 bilhões.
No cenário externo, além da divulgação do PMI de dezembro dos EUA — indicador que ajuda a medir o ritmo da atividade econômica —, investidores acompanham o discurso de Tom Barkin, presidente do Federal Reserve de Richmond, que pode dar pistas sobre o futuro dos juros americanos.
Bolsas globais
Wall Street subiu nesta terça-feira, com os investidores deixando de lado os temores de um impacto geopolítico mais amplo após forças dos EUA prenderem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no fim de semana.
O S&P 500 subiu 0,62%, aos 6.944,55 pontos. O Nasdaq avançou 0,61%, para 23.537,96 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average ganhou 1,02%, aos 49.476,54 pontos, aproximando-se da marca histórica de 50 mil.
As ações do setor de petróleo recuaram após os fortes ganhos da sessão anterior, com gigantes como ExxonMobil e Chevron caindo 2,3% e 4,5%, respectivamente. Em contrapartida, os papéis de chips avançaram com força, impulsionados por um novo otimismo em torno da inteligência artificial.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, discursou na Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, e afirmou que futuros processadores de inteligência artificial incluirão uma nova camada de tecnologia de armazenamento.
A SanDisk saltou 23%, a Western Digital avançou 16%, a Seagate Technology ganhou 13% e a Micron Technology subiu quase 8%, com as quatro ações atingindo máximas históricas. Já a Moderna disparou 10% após o BofA Global Research elevar o preço-alvo da farmacêutica.
As bolsas europeias encerraram a terça-feira em alta, mantendo o ritmo positivo da sessão anterior e renovando recordes. O movimento foi sustentado pelo otimismo com a economia da região e pela continuidade do apetite por risco.
No fechamento, o Stoxx 600 subiu 0,63%, aos 605,56 pontos, após superar 600 pontos pela primeira vez na sessão anterior. O FTSE 100 ganhou 1,18%, aos 10.122,73 pontos; o DAX avançou 0,09%, aos 24.892,20 pontos; e o CAC 40 teve alta de 0,32%, aos 8.237,43 pontos.
Os principais índices da Ásia também fecharam em alta, impulsionados pelo desempenho das ações chinesas, que atingiram os maiores níveis em mais de uma década. O movimento contou com o apoio da valorização dos metais não ferrosos, do setor financeiro e do otimismo antes do Ano Novo Lunar.
Em Xangai, o índice SSEC subiu 1,50%, a 4.083 pontos, enquanto o CSI300 avançou 1,55%, a 4.790 pontos. O Hang Seng, em Hong Kong, ganhou 1,38%, a 26.710 pontos.
Em outros mercados, o Nikkei, em Tóquio, subiu 1,32%, a 52.518 pontos; o Kospi, em Seul, avançou 1,52%, a 4.525 pontos; o Taiex, em Taiwan, teve alta de 1,57%, a 30.576 pontos; e o Straits Times, em Cingapura, ganhou 1,27%, a 4.739 pontos. (Com informações do portal de notícias g1)