Segunda-feira, 23 de Maio de 2022

Home em foco Dos 23 ministros de Bolsonaro, apenas seis não informaram ter contraído covid; veja lista

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A maioria dos ministros do governo de Jair Bolsonaro já teve diagnóstico positivo para a Covid-19 desde o início da pandemia. Dos 23 ministros, 17 já informaram ter contraído a doença em algum momento. O último a ter contraído o vírus foi o ministro do Turismo Gilson Machado, que anunciou em uma rede social no fim de semana ter testado positivo para o coronavírus.

Machado afirmou que está assintomático e seguirá o protocolo do Ministério da Saúde, que inclui a recomendação de isolamento para impedir a contaminação de outras pessoas. O ministro já havia recebido duas doses da vacina.

“Testei positivo para Covid. Estou assintomático. Seguirei o protocolo de recuperação do Ministério da Saúde e do meu médico”, escreveu em uma rede social.

Ele teve uma agenda com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto na última quarta-feira e, em seguida, participou de uma cerimônia no local, sem usar máscara de proteção facial. Bolsonaro tem afirmado publicamente que não tomou nem pretende tomar a vacina contra a Covid-19.

Na última semana, a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) também anunciou ter contraído Covid-19 e disse estar com sintomas leves.

Além de Machado e Damares, já contraíram a doença Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura), Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União), Fábio Faria (Comunicações), Braga Netto (Defesa), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça) tiveram Covid-19 em agosto de 2020, quando ocupavam, respectivamente, os cargos de senador e secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

Dentre os ministros que não foram diagnosticados ou não anunciaram publicamente estão Carlos Alberto França (Relações Exteriores), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Joaquim Álvaro Pereira Leite (Meio Ambiente), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Paulo Guedes (Economia).

Família antivacina

Filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) utilizou as redes sociais no domingo (16) para elogiar o tenista sérvio Novak Djokovic. O atleta foi deportado da Austrália depois de tentar entrar no país sem estar imunizado contra a covid-19. No país, a vacinação é obrigatória para estrangeiros.

“Se vencesse o Grand Slam de Melbourne, o sérvio Novak Djokovic bateria Roger Federer e se tornaria o maior campeão de Grand Slam de todos os tempos. Optou pela liberdade e hoje torna-se um líder mundial nessa área, enquanto vídeos bizarros da Austrália inundam a Internet”, escreveu o deputado.

Djokovic participaria do Aberto da Austrália, no qual tentaria seu 21º título de Grand Slam. Caso vencesse, se tornaria o jogador com mais títulos nas competições mais importantes do esporte. O atleta será substituído no Aberto da Austrália pelo italiano Salvatore Caruso (150º do mundo).

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