Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Home em foco Esplanada dos Ministérios em Brasília ficou interditada por mais de 30 dias após vitória de Lula

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Desde o término da eleição, a Esplanada dos Ministérios já ficou interditada por mais de 30 dias nas imediações do Congresso e do Senado Federal por receio de protestos bolsonaristas contra as instituições.

Inicialmente, houve bloqueio do dia 30 de outubro a 21 de novembro. Agora, o novo bloqueio começou em 3 de dezembro e não há previsão de reabertura. A Secretaria de Segurança Pública informou que o fechamento se deu “por razões preventivas de segurança”.

A estrutura para a festa de posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, em 1.° de janeiro, começou a ser montada na Esplanada dos Ministérios. O PT planejou um evento para transformar a posse em uma festa com shows de artistas que declararam apoio ao petista na campanha. A organização está nas mãos da socióloga e futura primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

A menos de duas semanas da posse, operários começaram a montar a estrutura metálica que vai abrigar os dois palcos do chamado “Festival do Futuro”, programado para ocorrer depois da cerimônia oficial da Presidência e do Congresso Nacional.

O encontro terá a participação de mais de 20 artistas, entre eles Pabllo Vittar, Baiana System, Duda Beat, Gaby Amarantos, Martinho da Vila, Os Gilsons, Chico César, Luedji Luna, Teresa Cristina, Fernanda Takai, Johnny Hooker, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Tulipa Ruiz, Almério, Maria Rita e Valesca Popozuda.

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) prevê lotação de quase 100% na rede hoteleira para o 1º de janeiro. A equipe de transição espera um público de 250 mil pessoas. Na internet, Lula divulgou uma propaganda chamando pessoas para o evento, com o slogan “eu vou pelo Brasil”.

Custos

A intenção da futura primeira-dama é ratear os custos do festival entre os partidos que integraram a coligação durante a campanha. Integrantes do gabinete de transição que trabalham no grupo com a futura primeira-dama afirmam que os artistas não receberão cachê para se apresentar na posse e que sinalizaram, desde a campanha eleitoral, que fariam o show sem cobrar por isso.

Além disso, no dia 6 de dezembro, o PT lançou uma vaquinha virtual para arrecadar recursos para financiar a festa. O grupo de transição ainda não divulgou quanto custará o evento.

A maior preocupação do grupo que organiza a posse, até o momento, é com a segurança do público que pretende viajar a Brasília para acompanhar a posse de Lula. Nas redes sociais, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou que irá trabalhar para que “a cerimônia aconteça da melhor forma possível, com segurança e paz”.

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