Quarta-feira, 01 de Dezembro de 2021

Home Mundo Executivo da Nike revela ter matado jovem em briga de gangues nos Estados Unidos

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Larry Miller, presidente da Jordan Brand (marca do ex-jogador de basquete Michael Jordan), revelou ter cometido um homicídio em sua juventude. Em uma entrevista à revista Sports Illustrated, o executivo da Nike disse ter atirado por vingança em um jovem de uma gangue rival na Filadélfia, Estados Unidos, em 1965, quando tinha 16 anos.

“Estávamos todos bêbados. Eu estava atordoado. Assim que comecei, eu pensei, ‘Oh, m***! O que foi que eu fiz?’. Levei anos para entender o impacto real”, disse Larry Miller, agora com 72 anos.

“Isso estava me consumindo por dentro”, completou.

O executivo cumpriu pena pelo assassinato de Edward White, de 18 anos, que foi motivado por uma espécie de retaliação à morte de um dos seus colegas de gangue. Miller contou que se juntou à gangue da Cedar Avenue, no oeste da Filadélfia, aos 13 anos. O crime ocorreu em 30 de setembro de 1965.

“Isso é que torna as coisas ainda mais difíceis para mim, porque não foi por nenhuma razão. Por anos eu fugi disso. Tentei esconder e esperava que as pessoas não descobrissem”, afirmou na entrevista.

Larry Miller disse que nunca mentiu sobre ter sido preso em entrevistas de emprego. Na carreira, o executivo da Nike já trabalhou na Kraft Foods e na Campbell Soups, além de ser ex-presidente do time profissional de basquete Portland Trail Blazers.

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