Quarta-feira, 07 de Janeiro de 2026

Home Mundo Exército Brasileiro diz que não há necessidade de reforçar a segurança na fronteira entre o nosso país e a Venezuela após ataque dos Estados Unidos

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O comandante do Exército em Roraima, general de brigada Roberto Pereira Angrizani, afirmou nessa segunda-feira (5) que a movimentação na fronteira entre o Brasil e a Venezuela segue normal e que, até o momento, não há necessidade de reforço de tropas na região.

Os Estados Unidos lançaram no sábado (3) um ataque contra a Venezuela com explosões em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados aos EUA.

Em coletiva de imprensa em Pacaraima, município de Roraima que faz fronteira com a Venezuela, o general afirmou que o Exército Brasileiro realiza patrulhamento mais constante durante o dia, mas disse que ainda não há necessidade de aumentar o efetivo. Atualmente, 129 militares atuam na região.

“Nesse momento, como o fluxo se manteve estável, não houve necessidade de reforço. Obviamente, nós redobramos a nossa presença neste local, com maior monitoramento, presença mais constante da nossa tropa, um patrulhamento mais constante durante o dia. Mas em termos de efetivo, temos hoje 129 militares aqui na região, no nosso PEF, e temos tropas em Boa Vista, em condições de reforçar, se houver necessidade, mas até agora não sentimos essa necessidade”, disse Angrizani.

O general, que é comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva em Roraima, também afirmou que, até o momento, não há indícios de aumento no fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil.

“As informações que nós temos recebido é que no momento não há indícios, indicadores de que esse fluxo [migratório] vai aumentar. Então, obviamente, se houver um aumento, nós vamos buscar estar presentes aqui, continuar monitorando e aumentar nossa presença. Mas, por enquanto, está na normalidade”, ressaltou.

Na manhã dessa segunda, o Exército reabriu os atendimentos no posto de triagem da Operação Acolhida, em Pacaraima. O controle migratório na Polícia Federal também voltou a funcionar.

Este é o primeiro dia de atendimento no posto de triagem do Exército, dentro da Operação Acolhida, após a queda do ditador Nicolás Maduro em ofensiva dos Estados Unidos (EUA).

A Operação Acolhida é uma força-tarefa do Exército criada em 2018 pelo governo federal com apoio de organizações internacionais, responsável pelo ordenamento da fronteira, acolhimento e interiorização de migrantes venezuelanos no Brasil.

Ao longo do dia, a movimentação será monitorada para avaliar se haverá aumento no fluxo de migrantes venezuelanos até às 9h (horário local) o movimento era tranquilo e não havia longas filas, como em outras datas.

Em Boa Vista, o Posto de Triagem (PTrig) da Operação Acolhida, no bairro 13 de Setembro, registrou uma longa fila de migrantes nesta segunda, a primeira após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela.

O tenente-coronel Manoel Magno Lopes, chefe da Seção de Comunicação Estratégica da Operação Acolhida afirmou ao g1 que esse fluxo é “normal para uma segunda-feira tendo em vista que não há atendimentos nos fim de semanas”. Mesmo com a fila grande, ele classificando o movimento atual como “baixo”.

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Os Estados Unidos lançaram no sábado (3) um ataque contra a Venezuela com explosões em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados aos EUA.

Em coletiva de imprensa em Pacaraima, município de Roraima que faz fronteira com a Venezuela, o general afirmou que o Exército Brasileiro realiza patrulhamento mais constante durante o dia, mas disse que ainda não há necessidade de aumentar o efetivo. Atualmente, 129 militares atuam na região.

“Nesse momento, como o fluxo se manteve estável, não houve necessidade de reforço. Obviamente, nós redobramos a nossa presença neste local, com maior monitoramento, presença mais constante da nossa tropa, um patrulhamento mais constante durante o dia. Mas em termos de efetivo, temos hoje 129 militares aqui na região, no nosso PEF, e temos tropas em Boa Vista, em condições de reforçar, se houver necessidade, mas até agora não sentimos essa necessidade”, disse Angrizani.

O general, que é comandante da 1ª Brigada de Infantaria de Selva em Roraima, também afirmou que, até o momento, não há indícios de aumento no fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil.

“As informações que nós temos recebido é que no momento não há indícios, indicadores de que esse fluxo [migratório] vai aumentar. Então, obviamente, se houver um aumento, nós vamos buscar estar presentes aqui, continuar monitorando e aumentar nossa presença. Mas, por enquanto, está na normalidade”, ressaltou.

Na manhã dessa segunda, o Exército reabriu os atendimentos no posto de triagem da Operação Acolhida, em Pacaraima. O controle migratório na Polícia Federal também voltou a funcionar.

Este é o primeiro dia de atendimento no posto de triagem do Exército, dentro da Operação Acolhida, após a queda do ditador Nicolás Maduro em ofensiva dos Estados Unidos (EUA).

A Operação Acolhida é uma força-tarefa do Exército criada em 2018 pelo governo federal com apoio de organizações internacionais, responsável pelo ordenamento da fronteira, acolhimento e interiorização de migrantes venezuelanos no Brasil.

Ao longo do dia, a movimentação será monitorada para avaliar se haverá aumento no fluxo de migrantes venezuelanos até às 9h (horário local) o movimento era tranquilo e não havia longas filas, como em outras datas.

Em Boa Vista, o Posto de Triagem (PTrig) da Operação Acolhida, no bairro 13 de Setembro, registrou uma longa fila de migrantes nesta segunda, a primeira após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela.

O tenente-coronel Manoel Magno Lopes, chefe da Seção de Comunicação Estratégica da Operação Acolhida afirmou ao g1 que esse fluxo é “normal para uma segunda-feira tendo em vista que não há atendimentos nos fim de semanas”. Mesmo com a fila grande, ele classificando o movimento atual como “baixo”.

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