Quinta-feira, 26 de Março de 2026

Home Variedades Fábio Porchat revela preocupação com uso constante do celular: “Tipo droga”

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O humorista Fábio Porchat, 42, revelou estar preocupado com os efeitos negativos do uso constante do celular em sua capacidade cognitiva e criatividade. Em entrevista, o humorista compartilhou sua percepção sobre como os dispositivos móveis e as redes sociais estão afetando seu cérebro.

Segundo Porchat, ele tem notado uma deterioração em sua capacidade de concentração. “Eu sinto que tenho ficado mais imbecil por conta disso”, desabafou. O humorista mencionou até um termo específico para o fenômeno: “brain rot”, que descreve como “o cérebro meio que apodrecendo porque você está no automático”.

A dificuldade para manter o foco durante a leitura foi um dos sintomas mais perceptíveis para ele. “Ler livro começou a ficar mais difícil para mim. Eu adoro ler, eu sempre li muito, mas comecei a ter que voltar ali e falar: ‘Não, pera, eu me dispersei’”, explicou Porchat, que decidiu iniciar um processo de afastamento gradual das redes sociais.

Comparação com substâncias viciantes

Porchat foi enfático ao comparar o uso do smartphone com dependência química: “É tipo droga”, afirmou. O humorista explicou que, assim como acontece com substâncias viciantes, o celular libera dopamina no cérebro, criando um ciclo de recompensa que dificulta o controle sobre o tempo de uso.

Inspirado por conversas com especialistas, incluindo uma neurocientista que ouviu em um podcast, Porchat tem buscado estabelecer limites para o uso do aparelho. “Você tem que tentar deixar ele afastado, tirar de você”, recomendou. Entre as estratégias mencionadas está evitar que o celular seja “a primeira coisa que você vê e a última que você vê no dia”.

Mesmo não se considerando um usuário intenso de todas as plataformas – “Eu nem sei como é que mexe em TikTok”, brincou – o humorista reconheceu que o Instagram, rede que usa com mais frequência, já o levou a perder tempo com conteúdos aleatórios. “Quando eu vejo, eu tô vendo gols do Vasco de 97, susto, pessoa tomando susto, que eu amo… vai me tomando assim”, relatou sobre como o algoritmo o captura.

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