Quarta-feira, 14 de Outubro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 13 de outubro de 2026
A menos de duas semanas do 2° turno, o candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, negou nessa terça-feira (13), que sua campanha esteja de “salto alto” ou em clima de “á ganhou” e voltou a pedir que seus apoiadores mantenham sua mobilização para tentar derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Apesar de as pesquisas estarem favoráveis, e ao contrário de alguns veículos de comunicação falarem que a gente está de salto alto, em ‘clima de já ganhou’, é mentira. Não tem clima de ‘já ganhou’ na nossa campanha, está todo mundo na rua”, declarou, após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.
Como mostrou o Estadão/Broadcast, aliados do candidato já consideram a eleição ganha e já chamam Flávio de “presidente”.
Flávio pediu que parlamentares do PL usem suas redes sociais e atos de rua para sua campanha e disse que até o 2° turno deve viajar a Estados do Sudeste, do Norte, do Nordeste e do Sul.
Ele comentou ainda a visita ao pai. “Estou muito feliz com meu pai e poder voltar visitá-lo. Mais uma vez me dá muito mais força, muito mais entusiasmo, ainda mais vontade de estar na rua para defender o nosso País”, falou.
Segundo o senador, Jair Bolsonaro “está bem, fazendo aquelas piadinhas sem graça que ele faz sempre”, além de ter demonstrado otimismo com a eleição para o Congresso.
“A maioria do povo brasileiro deu um Senado forte para a legislatura a partir de 2027. Deu uma Câmara ainda mais forte também, mais à direita. A expectativa dele é a melhor possível com relação ao futuro do nosso Brasil”, disse.
Flávio havia sido proibido de ver seu pai após ter divulgado uma carta de cunho político escrita por Jair. A conduta do senador foi interpretada como uma manobra para burlar a proibição de que o ex-presidente se manifestasse em eventos com caráter político-eleitorais.
A proibição durou 90 dias. Na segunda-feira (12), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a retomada da visitação, proibindo, no entanto, a divulgação de manifestações de Jair Bolsonaro sobre as eleições e estabelecendo que as visitas não podem se dar “com finalidade político eleitoral”. (Com informações de O Estado de S. Paulo)