Quinta-feira, 26 de Maio de 2022

Home Esporte Fórmula 1 anuncia novos modelos do safety car e do carro médico para 2022

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A Fórmula 1 anunciou seus novos modelos do safety car e do carro médico para a temporada 2022. Os veículos são produzidos pela Mercedes, que vai dividir estas funções com carros da Aston Martin ao longo do campeonato deste ano, que começa no dia 20 deste mês, com o GP do Bahrein.

O novo safety car será o Mercedes-AMG GT Black Series, com motor V8 4.0 litros biturbo de 730 cavalos. O poderoso modelo vai de 0 a 100 km/h em apenas 3,2 segundos, de 0 a 200 km/h em menos de 9s. A velocidade máxima é de 325 km/h. O novo carro é mais rápido que o modelo de 2021, também um V8 4.0 biturbo, mas de 485 cavalos – acelerava de 0 a 100 km/h em 3,6s e alcançava 318 km/h.

O novo modelo mantém a cor vermelha, como na temporada passada. Mas passou por pequenas mudanças. A principal foi a retirada da barra de luz localizada sobre o teto. Agora o carro conta com sistema de sinalização grudado no para-brisas. Na parte interna, a Mercedes precisou criar um cinto de segurança de seis pontos, exigência da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

A maior mudança aconteceu no carro médico, que se tornou o mais potente da história. O Mercedes-AMG GT 63 S 4MATIC+, também vermelho e com quatro portas, apresenta o mesmo motor do safety car (V8 4.0 biturbo), mas tem 91 cavalos a menos do que o GT Black Series. Na prática, também vai de 0 a 100 km/h 3,2s. O carro médico poderá atingir 315 km/h.

Estes carros da Mercedes vão dividir as ações na questão da segurança ao longo da temporada 2022 com a Aston Martin, que entrou nesta função em 2021. Foi a primeira vez na história que a F-1 passou a contar com dois fabricantes tanto para o safety car quanto para o carro médico. A Mercedes “dominava” estas atividades desde 1996.

Pietro Fittipaldi

Não será desta vez que teremos um brasileiro de volta a uma vaga de titular na Fórmula 1. A Haas rescindiu contrato com seu patrocinador principal, a gigante russa de fertilizantes Uralkali, pertencente a Dmitry Mazepin, um dos oligarcas do país e pai de Nikita, ex-titular da equipe – também dispensado por causa das consequências e dos embargos da invasão da Rússia à Ucrânia e a consequente guerra. Parecia que finalmente chegaria a vez de Pietro Fittipaldi assumir um dos cockpits do time. Só que conhecendo a situação econômica da equipe, era lógico que um forte aporte financeiro seria necessário. E não seria algo fácil para o brasileiro levantar em tão pouco tempo.  A Haas uniu o útil ao agradável – experiência e patrocínio forte – e trouxe de volta o dinamarquês Kevin Magnussen, que disputou 79 GPs pela equipe entre 2017 e 2020.

K-Mag entrou na disputa pela vaga de última hora. Até dia 8 de março, o favorito ao posto era o interminável alemão Nico Hulkenberg, que já tinha inclusive levantado uma boa verba para assumir a vaga. Apoiado por Anders Holch Povlsen, o homem mais rico da Dinamarca e dono da grife Jack & Jones, o piloto chegou com uma boa verba para equipe – estimada em € 20 milhões (aproximadamente R$ 111 milhões) – e assegurou a vaga com um contrato de pelo menos dois anos (anunciado como multianual no comunicado oficial). Acabou sendo uma escolha inteligente da Haas: Magnussen tem experiência: disputou 119 GPs, com um pódio e 158 pontos marcados em seis temporadas na Fórmula 1. E, de quebra, conhece muito bem a equipe. O lado negativo é seu temperamento forte, que rendeu famosas discussões pelo rádio e nas reuniões da equipe.

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