Quarta-feira, 21 de Outubro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 20 de outubro de 2026
Integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apontam falhas dos Tribunais Regionais Eleitorais na crise gerada com a mudança de locais de votação entre o primeiro e o segundo turnos.
No sábado (17), o site da corte eleitoral apontou alterações em 4.289 seções, o que fez o PT pedir providências.
O Painel apurou que, nesta segunda-feira (19), para minimizar o estrago, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, pediu que todos os corregedores dos TREs fizessem um pente-fino nos dados.
Foi quando o tribunal identificou falhas na alimentação do sistema e duplicidade dos dados, o que gerou um número fora da realidade, segundo fontes da corte. Houve casos de nome de escola errado e até de eleitor vinculado a uma seção diferente.
Por ora, haverá mudanças em 448 seções eleitorais que estão distribuídas por 143 escolas. Os números serão atualizados quatro vezes ao dia após a determinação do corregedor.
A ordem dada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, foi de mudar apenas as seções onde não houver outra possibilidade.
O TSE não contava com a crise a uma semana do segundo turno das eleições e, após as falhas, tem acelerado o processo para revisar as mudanças o quanto antes.
Fontes do tribunal dizem que a atuação do presidente do TRE-SC, desembargador Carlos Roberto da Silva, foi fundamental para atenuar a crise ao sugerir a divulgação de uma nota conjunta em que retirava a responsabilidade do TSE.
“Os principais motivos que levam os TREs a realizar essas alterações estão relacionados à ocorrência de situações climáticas extremas, a problemas não identificados previamente na infraestrutura dos prédios utilizados como locais de votação e a questões de segurança pública”, dizia a nota.
Meta nega descumprimento de decisão do TSE
A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não houve demora ou resistência ao cumprimento das determinações para garantir tratamento igualitário às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A manifestação foi apresentada na segunda-feira, 19, e a empresa pediu que não sejam aplicadas multas.
A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não houve demora ou resistência ao cumprimento das determinações para garantir tratamento igualitário às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A manifestação foi apresentada na segunda-feira, 19, e a empresa pediu que não sejam aplicadas multas.
Entre as providências, a empresa informou que adotou revisão humana para restrições automáticas às contas de anúncios dos dois candidatos, com prazo de até duas horas. Também afirmou ter implementado uma ferramenta para impedir anúncios eleitorais contratados por pessoas ou entidades não autorizadas. (Com informações da Folha de S. Paulo e portal Terra)