Segunda-feira, 09 de Fevereiro de 2026

Home Variedades Kate Middleton e Príncipe William se mudam para mansão de R$ 113 milhões e iniciam nova fase com os filhos

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O príncipe William e Kate Middleton decidiram iniciar uma nova fase ao lado dos filhos, George, 12 anos, Charlotte, 10, e Louis, 7. A família real britânica deixou Adelaide Cottage, residência onde vivia desde 2022, e passou a morar em Forest Lodge, uma propriedade localizada no Windsor Great Park, em Berkshire, região a oeste de Londres. A mudança, segundo o jornal britânico “The Telegraph”, marca um “recomeço” após o tratamento de Kate contra o câncer.

A nova casa, cercada por extensa área verde, possui oito quartos e é avaliada em cerca de US$ 21 milhões (o equivalente a mais de R$ 113 milhões na cotação atual). Construída na década de 1770, a mansão georgiana tem valor histórico e pertence à Coroa desde 1829.

De acordo com fontes ouvidas pelo “The Sun”, o casal busca um ambiente mais reservado e tranquilo para os filhos, que continuam estudando em escolas próximas.

“Windsor se tornou o lar de William e Kate Middleton”, afirmou uma fonte ao tabloide britânico. “No entanto, nos últimos anos, enquanto moravam em Adelaide Cottage, eles passaram por momentos realmente difíceis”, acrescentou.

A decisão de se mudar também reflete o desejo de estabilidade familiar após um período de fortes desafios. Além do tratamento de Kate, a família enfrentou o luto pela morte da rainha Elizabeth II, em 2022, e o diagnóstico de câncer do rei Charles III, de 76 anos, que segue em tratamento.

Privacidade

A nova fase de Kate Middleton e do príncipe William em Windsor, Inglaterra, está longe de ser apenas uma mudança de endereço. Apontada como a “casa definitiva” do casal, a mansão escolhida pelos príncipes de Gales trouxe à tona um tema delicado, pouco visível ao público, mas central para a monarquia britânica: segurança extrema e o impacto direto que ela causa na vida de quem mora ao redor.

Segundo especialistas, há um motivo considerado “sinistro” para que o novo imóvel conte com “quartos seguros”, ambientes reforçados para situações de emergência. Essas mesmas medidas, no entanto, vêm gerando “sacrifícios e inconveniências” aos vizinhos, como restrições de circulação e mudanças na rotina em áreas antes abertas ao público!

Desde a mudança, moradores da região passaram a relatar incômodos causados pelo reforço na segurança: áreas que antes eram livres agora estão cercadas, trilhas foram fechadas e até passeios rotineiros precisaram ser alterados.

Segurança

Em artigo publicado no Daily Mail, o ex-chefe do Comando de Proteção Real, Dai Davies, afirmou que as restrições não são exageradas e muito menos arbitrárias. “A realidade é muito mais sinistra”, escreveu o especialista ao comentar a criação de uma zona de exclusão de aproximadamente 9 km ao redor da nova residência da família real.

Segundo Davies, o fechamento de determinadas áreas do Windsor Great Park é consequência direta de preocupações sérias com segurança, e não apenas uma questão de privacidade ou conforto da realeza.

“É compreensível que caminhantes, donos de cães e alguns vizinhos estejam irritados pelo fato de áreas que antes eram abertas a todos agora estarem cercadas. Mas o direito de circular livremente não é mais importante do que a necessidade da família real de se proteger contra terroristas e outras pessoas com intenção de causar danos”, explicou.

Sacrifício dos vizinhos

De forma prática, os chamados “sacrifícios” citados pelo especialista envolvem perda de acesso a áreas verdes, mudanças em trajetos comuns e restrições de circulação em zonas próximas à mansão. Davies ressalta que esse tipo de medida é considerado inevitável, especialmente por conta da posição que William e seus filhos ocupam na linha de sucessão ao trono britânico.

“O príncipe William é o herdeiro direto, e seus três filhos também estão no topo da linha de sucessão. Isso exige o mais alto nível de proteção possível”, afirmou. “Todo o país tem o dever de mantê-los seguros e, inevitavelmente, isso às vezes significa sacrifícios e inconvenientes”, continuou.

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