Sábado, 17 de Janeiro de 2026

Home Política Michelle “clama aos céus” por sabedoria para enfrentar os próximos desafios da prisão de Bolsonaro

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Em carta publicada nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (16), que vem agindo como uma intercessora para ajudar o marido e a família a suportarem a negativa da prisão domiciliar solicitada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ex-chefe do Executivo foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha, em Brasília nessa quinta-feira (15).

No texto, Michelle ressalta que, embora as instalações do complexo sejam menos prejudiciais à saúde do ex-mandatário e “lhe tragam mais dignidade”, ela e a família “continuarão lutando para levá-lo para casa”. Segundo ela, o estado de saúde de Bolsonaro após a queda, demandam que ele esteja sob os cuidados da família.

Michelle ainda clamou aos céus para ter sabedoria e discernimento para enfrentar as incompreensões, as ofensas e os desafios que virão pela frente. “Que Deus toque os corações de todos aqueles que agora nos atacam, para que sejam capazes de compreender a verdade que lhes será revelada no tempo oportuno”.

Michelle também pede para que todos que “amam e defendem” Bolsonaro não o levem para o “tribunal do julgamento pessoal”.

Na Papudinha, para onde foi enviado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar trama golpista para se manter no poder.

Jair Bolsonaro teria avaliado de forma positiva a transferência da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o presídio da Papudinha, de acordo com aliados do ex-presidente ouvidos pelo Estadão. A decisão teria sido recebida como um ‘bom gesto’.

Negociação com Moraes

A ex-primeira-dama relatou ao ministro Alexandre de Moraes detalhes do estado de saúde de Bolsonaro na tentativa de convencê-lo a conceder prisão domiciliar humanitária. O encontro ocorreu na manhã de quinta-feira (15), em Brasília, horas antes de Moraes determinar a transferência de Bolsonaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar, na área conhecida como Papudinha.

Moraes não antecipou a Michelle que, naquele mesmo dia, iria retirar o ex-presidente da Superintendência da PF, onde estava preso desde 22 de novembro, para enviá-lo ao Complexo da Papuda. Michelle decidiu pedir a conversa com Moraes porque, na avaliação dela, um relato pessoal das condições de saúde de Bolsonaro seria mais eficaz do que os laudos médicos que vêm embasando as decisões do ministro, relator da ação penal do plano de golpe. O encontro foi viabilizado pelo deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ).

Entre os detalhes compartilhados pela ex-primeira-dama está a crise de soluços que o ex-presidente sofre durante o sono à noite. A preocupação é que ocorra uma broncoaspiração enquanto Bolsonaro está sozinho à noite, já que carcereiros não permanecem dentro da sala.

Portanto, foi reforçada a necessidade de o ex-presidente ter uma pessoa ao lado durante a noite para virá-lo durante as crises e evitar a broncoaspiração. Em casa, é a ex-primeira-dama que se encarrega de acompanhá-lo durante o sono. Michelle ainda teria mencionado o episódio em que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica, o que levou Moraes a decretar a prisão preventiva do ex-presidente no dia 22 de novembro.

A ex-primeira-dama reforçou que foi uma atitude causada por uma confusão mental provocada por um remédio prescrito por uma médica quando ela não estava em casa. Presidente do PL Mulher, Michelle tinha viajado a Fortaleza para um evento do partido. (Com informações dos portais de notícias CNN Brasil e Correio Braziliense)

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Em carta publicada nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (16), que vem agindo como uma intercessora para ajudar o marido e a família a suportarem a negativa da prisão domiciliar solicitada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ex-chefe do Executivo foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha, em Brasília nessa quinta-feira (15).

No texto, Michelle ressalta que, embora as instalações do complexo sejam menos prejudiciais à saúde do ex-mandatário e “lhe tragam mais dignidade”, ela e a família “continuarão lutando para levá-lo para casa”. Segundo ela, o estado de saúde de Bolsonaro após a queda, demandam que ele esteja sob os cuidados da família.

Michelle ainda clamou aos céus para ter sabedoria e discernimento para enfrentar as incompreensões, as ofensas e os desafios que virão pela frente. “Que Deus toque os corações de todos aqueles que agora nos atacam, para que sejam capazes de compreender a verdade que lhes será revelada no tempo oportuno”.

Michelle também pede para que todos que “amam e defendem” Bolsonaro não o levem para o “tribunal do julgamento pessoal”.

Na Papudinha, para onde foi enviado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar trama golpista para se manter no poder.

Jair Bolsonaro teria avaliado de forma positiva a transferência da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o presídio da Papudinha, de acordo com aliados do ex-presidente ouvidos pelo Estadão. A decisão teria sido recebida como um ‘bom gesto’.

Negociação com Moraes

A ex-primeira-dama relatou ao ministro Alexandre de Moraes detalhes do estado de saúde de Bolsonaro na tentativa de convencê-lo a conceder prisão domiciliar humanitária. O encontro ocorreu na manhã de quinta-feira (15), em Brasília, horas antes de Moraes determinar a transferência de Bolsonaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar, na área conhecida como Papudinha.

Moraes não antecipou a Michelle que, naquele mesmo dia, iria retirar o ex-presidente da Superintendência da PF, onde estava preso desde 22 de novembro, para enviá-lo ao Complexo da Papuda. Michelle decidiu pedir a conversa com Moraes porque, na avaliação dela, um relato pessoal das condições de saúde de Bolsonaro seria mais eficaz do que os laudos médicos que vêm embasando as decisões do ministro, relator da ação penal do plano de golpe. O encontro foi viabilizado pelo deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ).

Entre os detalhes compartilhados pela ex-primeira-dama está a crise de soluços que o ex-presidente sofre durante o sono à noite. A preocupação é que ocorra uma broncoaspiração enquanto Bolsonaro está sozinho à noite, já que carcereiros não permanecem dentro da sala.

Portanto, foi reforçada a necessidade de o ex-presidente ter uma pessoa ao lado durante a noite para virá-lo durante as crises e evitar a broncoaspiração. Em casa, é a ex-primeira-dama que se encarrega de acompanhá-lo durante o sono. Michelle ainda teria mencionado o episódio em que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica, o que levou Moraes a decretar a prisão preventiva do ex-presidente no dia 22 de novembro.

A ex-primeira-dama reforçou que foi uma atitude causada por uma confusão mental provocada por um remédio prescrito por uma médica quando ela não estava em casa. Presidente do PL Mulher, Michelle tinha viajado a Fortaleza para um evento do partido. (Com informações dos portais de notícias CNN Brasil e Correio Braziliense)

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