Quinta-feira, 30 de Maio de 2024

Home Mundo Nasa desiste de enviar missão Artemis I neste início de setembro

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A Nasa adiou o lançamento da missão Artemis I. Segundo a agência espacial, as equipes não conseguiram consertar um problema relacionado a um vazamento na transferência de combustível para o foguete. Esta é a segunda vez que a operação é cancelada.

O hidrogênio líquido é um dos propulsores usados ​​no grande estágio central do foguete. O vazamento impediu que a equipe pudesse encher o tanque, apesar de tentar vários procedimentos para solucionar o problema.

A primeira tentativa de lançamento, no final de agosto, foi cancelada depois que vários imprevistos surgiram também enquanto o foguete estava sendo abastecido, incluindo em um sistema destinado a resfriar os motores do foguete e outros vazamentos.

O problema deste sábado foi diferente. Os controladores tentaram aquecer a linha para obter uma vedação firme, mas, após a retomada do fluxo, um novo vazamento surgiu. Os técnicos começaram, então, a “fechar a válvula usada para preenchê-lo e drená-lo, depois aumentar a pressão em uma linha de transferência terrestre usando hélio para tentar selá-lo novamente”, segundo a Nasa.

Esse plano também não foi bem-sucedido. A equipe tentou novamente a primeira proposta para aquecer a linha, mas o vazamento voltou a ocorrer depois que eles reiniciaram manualmente o fluxo de hidrogênio líquido.

A Artemis I inclui o foguete Space Launch System e a espaçonave Orion. A missão é apenas o começo de um programa que visa enviar humanos à Lua novamente e, eventualmente, pousar missões tripuladas em Marte.

Se a missão fosse lançada no início de setembro, ela faria uma viagem ao redor da Lua e cairia no Oceano Pacífico em 11 de outubro.

Com a mudança, o foguete e a cápsula devem voltar ao VAB (sigla em inglês para Prédio de Montagem do Veículo), o enorme e icônico hangar que fica nos arredores das plataformas 39A e 39B, no Centro Espacial Kennedy da Nasa em Cabo Canaveral, na Flórida.

Essa foi a alternativa mais amarga, uma vez que o retorno ao prédio de montagem empurra uma nova tentativa de lançamento para outubro.

O retorno ao VAB se mostra obrigatório, por conta das baterias que alimentam o sistema de destruição remota do foguete, que precisam ser recarregadas e recertificadas.

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