Segunda-feira, 29 de Novembro de 2021

Home Política No segundo dia em Dubai, Bolsonaro participa de abertura de feira aeroespacial

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No segundo dia da visita oficial a Dubai, maior cidade dos Emirados Árabes, o presidente Jair Bolsonaro participou neste domingo (14) da abertura da Dubai Airshow – feira que reúne as principais fabricantes de aeronaves do mundo.

Bolsonaro assistiu às apresentações dos aviões no pavilhão real, área restrita às altas autoridades. O emir de Dubai e primeiro-ministro dos Emirados Árabes, Mohammed bin Rashid Al Maktoumm, também esteve no evento e passou pela área pública.

Antes de visitar a feira de aviação, Bolsonaro e a comitiva foram ao Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, construído em 2015, com 828 metros de altura e 163 andares.

Feira de aviação

A Dubai Airshow vai até a próxima quinta-feira (18), com exposições de aeronaves como cargueiros e jatos comerciais, militares e particulares. O governo brasileiro montou um pavilhão no evento – a organização do espaço ficou a cargo do Ministério da Defesa.

Segundo a pasta, o governo brasileiro tenta ampliar as vendas na área e assinará, durante a feira, um memorando de entendimento com o Internacional Golden Group, fornecedor das Forças Armadas dos Emirados Árabes.

A Dubai Airshow é realizada em um espaço similar a um aeroporto, com diversas aeronaves civis e militares em exposição. Além do KC-390, a Embraer também levou um exemplar do turboélice EMB-314, ou “Super Tucano”, para a feira.

Embraer x FAB

Na sexta-feira, a FAB (Força Área Brasileira) anunciou que reduzirá de 28 para 15 as unidades compradas do KC-390. Já a Embraer informou que buscará as medidas legais cabíveis, sinalizando que a disputa com a FAB deve parar na Justiça.

A Embraer também tem um pavilhão da Dubai Airshow, onde uma das aeronaves destacadas é o KC-390. O cargueiro militar é motivo de atrito entre a fabricante brasileira e a FAB.

Bolsonaro comentou o impasse durante entrevista no sábado, em Dubai. O presidente disse que a FAB não terá recursos suficientes para comprar e utilizar todas as aeronaves. Segundo ele, o caso não afetará a imagem e os negócios da Embraer.

“Nós temos que ter uma frota que nós possamos mantê-la operacional. Você não pode comprar um avião como você compra um carro, que muitas vezes fica na garagem. Ele tem que se movimentar, isso custa caro. Orçamento da Força Área está apertado também”, explicou.

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