Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 15 de janeiro de 2026
ONG favorita de petistas, a “Organização de Estados Ibero-Americanos”, cuja denominação sugere vínculo na verdade inexistente com a ONU, foi contratada pelo Ministério da Cultura para produzir um relatório passando pano para a Lei Rouanet, cujos milhões são usados, diz a oposição, para pagar cachê posterior de artistas militantes que apoiaram Lula (PT) na campanha de 2022. A ONG é a mesma que embolsou meio bilhão de reais para “organizar” a COP30, a fracassada conferência de Belém.
Mapa da mina
Por aqui, a ONG colocou sua sede perto do poder, em Brasília. Só com o governo federal, já faturam com 25 “convênios e/ou acordos” vigentes.
Dinheiro a rodo
Como não existe almoço grátis, os ongueiros faturam alto com esses acordos. O valor celebrado passa dos R$ 307,8 milhões.
Mamata longeva
A ONG fatura dinheiro público ao menos desde 2014. Já recebeu do governo federal R$ 875.336.455,72, segundo o Portal da Transparência.
Fresquinho
O último pagamento foi há dias, em 2 de janeiro. A secretaria-executiva do Ministério da Cultura injetou R$ 4 milhões em “contribuição voluntária”.
Solidário à ditadura do Irã, Lula dá mais um vexame
A operação policial contra o banqueiro Daniel Vorcaro e outros suspeitos de fraude no mercado financeiro, tirou das manchetes desta quarta (14) uma das atitudes mais vergonhosas do governo Lula (PT). O petista interrompeu seu silêncio desde o início das manifestações contra o governo do Irã, que reage matando seu próprio povo, divulgando nota de solidariedade à ditadura e a seu presidente, submisso aos aiatolás, no momento em que era anunciada a execução de jovens manifestantes.
Mau exemplo
Mais um ditador amigo de Lula, o iraniano repetiu o petista ao culpar a população pelas mazelas do país. Foi o que deflagrou a revolta.
Apoio à tirania
Enquanto o mundo se mobiliza contra a ditadura, Lula prefere fazer “advertências” a países solidários às vítimas da tirania dos aiatolás.
Lado errado
A posição de Lula não surpreende, após apoiar terroristas do Hamas e os russos na Ucrânia e passar pano para facínora Nicolás Maduro.
Tudo estranho
O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) estranha a concentração da investigação e decisões sobre o escândalo do Banco Master, “Isso não é coincidência institucional”.
Pelas costas
Petistas são fogo… agora falam horrores de Ricardo Lewandowski. Até culpam o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública pela rejeição a Lula sobre o tema por “não divulgar” as ações do ministério que comandou.
É ruim, mas é bom
Trump divulgou levantamento indicando os países cujos emigrantes dão mais despesas aos americanos. São 32,2% dos brasileiros, atrás de iranianos (31,9%), venezuelanos (29,4%) ou argentinos (26,2%). Mas preferem viver na pindaíba, à espera de oportunidades, a voltar ao Brasil.
Costas quentes
André Fernandes (PL-CE) ironizou saída do Brasil de Lulinha, que ainda não é investigado por ligações com o Careca do INSS, mas está com a Polícia Federal baforando no cangote, “Com ele ninguém faz nada?”.
Histórico decepcionante
Sérgio Moro (União-PR) lembra o histórico do novo ministro da Justiça Wellington Cesar, “A Bahia, onde foi procurador-geral nomeado pelo PT, caiu no domínio do crime organizado nos últimos dez anos”.
Melhor não ter
Hamilton Mourão (Rep-RS) criticou a tardia e mansa nota do governo Lula sobre o massacre de civis pelo regime que controla o Irã, “Revela bem o caráter protetor e admirador de ditaduras que o caracteriza”.
Propaganda descarada
Carlos Jordy (PL-RJ) entrou com ação contra o prefeito de Niteroi (RJ) Rodrigo Neves (PDT), que liberou verba para escola de samba que traz Lula no enredo, “É um petista de carteirinha, é um esquerdista radical.”
Caso internacional
Parou na Comissão Interamericana de Direitos Humanos a situação do adoentado Jair Bolsonaro, preso na superintendência da Polícia Federal. A denúncia é assinada pelo senador Izalci (PL-DF).
Pergunta Suprema
O Banco Master já explicou o contrato milionário com a esposa de Moraes?
PODER SEM PUDOR
Soluções à brasileira
Preso durante o regime militar por ordem de um coronel Epitácio, delegado do DOPS, o saudoso jornalista Carlos Castello Branco assistiu a uma cena histórica: a chegada do valente advogado Sobral Pinto à delegacia, aos berros, arrastado por policiais. O coronel arrogante falava muito, até mencionar a expressão “soluções à brasileira”. Sobral perdeu a paciência:
– Agora chega, seu coronel, porque não existem “soluções à brasileira”. O que existe apenas é peru à brasileira!
* Cláudio Humberto, com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos (www.diariodopoder.com.br – IG: @diariodopoder)
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