Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2026

Home Brasil Operação da Polícia Federal em 5 estados mira suspeitos de dopar e estuprar mulheres para compartilhar imagens

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Ao menos sete brasileiros são suspeitos de fazer parte de um esquema internacional de divulgação e troca de vídeos de estupros de mulheres sedadas. A Polícia Federal cumpriu três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em operação realizada nesta quarta-feira, 11, nos Estados de São Paulo, do Ceará, do Pará, de Santa Catarina e da Bahia.

Segundo a PF, as investigações começaram em 2025, após o recebimento de informações obtidas por meio da Europol envolvendo mais de 20 países.

A Polícia Federal investiga a participação de sete brasileiros na prática criminosa. As mensagens trocadas revelaram que os suspeitos discutiam o uso de medicamentos com propriedades sedativas, demonstrando conhecimento sobre marcas comerciais e possíveis efeitos adversos dessas substâncias.

Durante a operação desta quarta-feira, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, dispositivos de armazenamento de dados, aparelhos celulares, computadores e outros materiais potencialmente relacionados às atividades criminosas.

As condutas investigadas podem ser enquadradas nos crimes de estupro de vulnerável e de divulgação de cena de estupro ou de estupro de vulnerável.

No Brasil, os fatos investigados enquadram-se na Lei nº 13.642/2018, que conferiu à Polícia Federal atribuição para apurar crimes praticados por meio da internet que envolvam a propagação de conteúdo misógino. No caso, foram identificados indícios que representam expressão manifesta de ódio, repulsa e objetificação da mulher.

Operação batizada de Carnaval Seguro prende 150 agressores de mulheres em São Paulo

Uma ação policial coordenada pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo prendeu, até esta quarta-feira (11), 150 agressores de mulheres condenados em diferentes municípios paulistas.

A mobilização faz parte da Operação M – Carnaval Seguro, iniciada na segunda-feira (9) para cumprimento de mais de mil mandados de prisão em todo o estado.

“São agressores condenados que buscamos colocar atrás das grades para garantir à mulher o direito de viver livre e com segurança”, afirmou a coordenadora das DDMs, delegada Cristiane Braga, em comunicado à imprensa.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, quatro armas de fogo irregulares foram aprendidas durante a ação.

Em divulgação à imprensa, o titular da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, destacou que “as forças policiais estão mobilizadas para cumprir decisões da Justiça, retirar agressores das ruas e interromper ciclos de violência”. Com informações dos portais Estadão e G1.

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