Sábado, 30 de Agosto de 2025

Home Cláudio Humberto Oposição domina primeira votação na CPMI

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Excluídos requerimentos burocráticos, a CPMI para apurar a ladroagem no INSS, escândalo que derrubou Carlos Lupi, ministro da Previdência de Lula, aprovou 41 requerimentos até agora. Pela proporção, dá para saber o motivo da dor de cabeça petista. Aliados do Palácio do Planalto só assinam oito dos ofícios já expedidos pela comissão, conforme análise feita pela coluna. São 4 do PSB, 3 do PT e 1 do Republicanos. O relator linha dura Alfredo Gaspar (União-AL), assina 9 requerimentos.

Só deu PL

Principal partido de oposição, o PL já aprovou 18 dos 41 pedidos. O volume é mais do que o dobro do que a base de Lula passou na CPMI.

Bicada tucana

Até o PSDB, que já não tem mais aquela pujança toda, fez bonito e passou seis requerimentos, a maioria contra auxiliares de Lula.

Tiro n’água

Pelo mérito dos pedidos, o governo não vai ter muita coisa. São vagos ou que interessam a oposição, como registros do “Careca do INSS”.

Cerne da gatunagem

Os principais alvos na primeira remessa de aprovações são o INSS, como era de se esperar, e a Controladoria Geral da União (CGU).

Presidente da Câmara do DF: ‘guerra’ envergonha

Para o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Wellington Luiz (MDB), a “guerra interminável” entre os Três Poderes o preocupa e também envergonha os brasileiros. Parece ele, “parece hoje que não tem nenhuma pauta de interesse da sociedade”, disse ao podcast Diário do Poder. Os embates entre Executivo, Legislativo e Judiciário provocam uma crise desnecessária, com prejuízos enormes para a população e “inclusive para o desenvolvimento do País”.

Clima incerto

Presidente do MDB-DF, Wellington elogia a capacidade de diálogo do seu partido: “senta e conversa com todo mundo”.

Só um caminho

Eleito e reeleito por unanimidade presidente da Câmara do DF, Luiz defende o “diálogo e respeito” como caminho para paz entre Poderes.

Rollemberg, o pior

Apesar de pregar a concórdia, Wellington não quer nem ouvir falar em Rodrigo Rollemberg (PSB), “o pior governador da história do DF.”

Conexões petistas

Tinha pernas curtas e tomou invertida a tentativa do PT de incriminar adversários: um investigado na trama do PCC, João Carlos Falpo Mansur (Reag Investimentos) se encontrou com Gabriel Galípolo, do Banco Central, e com Alexandre Padilha (Saúde), o amigão de Lula.

Ligações perigosas

É possível que Galípolo não soubesse da suspeita contra o diretor da corretora, e natural que o tenha recebido. Estranho mesmo é ministro da copa & cozinha de Lula se reunir com suspeito de ligação ao PCC.

Oportunismo malandro

O governo aproveita a operação contra o esquema do PCC para tentar criminalizar as fintechs, mas elas são apenas 3 das 268 empresas investigadas: as desconhecidas Bankrow, BK Bank e Pix Card.

Sapatos de magnata

Chamado de falso humilde por Lula, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), deu uma invertida no petista e publicou foto do sapado usado pelo presidente, um legítimo Zegna de R$10.550.

Insultos na rede

Continua um poço até aqui de mágoas o deputado Luciano Bivar (PE), destronado da presidência do União Brasil. Ele aproveitou entrevista ao podcast do jornalista Magno Martins para insultar o sucessor no cargo.

Pior que covid

O índice de liberdade Freedom House, aponta que o Brasil é menos livre agora que na pandemia. Em 2020, eram 74 pontos de 100. Desde então caiu para 72. Países com pontuação superior a 70 são “livres”.

Portas na cara

O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, foi até o México para descobrir que o país, vizinho e dos principais parceiros dos EUA, também não quer grandes relações com o Brasil.

Duplos sentidos

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, o “Bessias”, adotou hábito do ministro do STF Luis Roberto Barroso e aproveitou a sexta-feira (29) para… sugerir música no X (ex-Twitter).

Pensando bem…

…talvez a facção tenha condições de pagar acomodações na COP30.

PODER SEM PUDOR

Assuntos Aleatórios

Em encontro com o então deputado distrital Peniel Pacheco e o presidente do PDT-DF, Georges Michel, o saudoso pedetista Maurício Corrêa tentou convencê-los a negociar um acordo com o governo do Distrito Federal. Talvez o partido ganhasse uma “Secretaria Extraordinária de Assuntos Especiais”. Peniel estremeceu: “⁠Dr. Maurício, por favor, não divulgue isso… Se os jornais descobrem o nome dessa secretaria…”

(Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos – Instagram: @diariodopoder)

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