Segunda-feira, 17 de Agosto de 2026

Home Eleições 2026 Pablo Marçal declara patrimônio de R$ 7,4 bilhões; vice diz ter R$ 495 milhões

Compartilhe esta notícia:

Pablo Marçal, candidato do PRTB à Presidência da República, registrou candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  e declarou patrimônio de R$ 7,4 bilhões à Justiça Eleitoral.

Do total apresentado, a maior parte — R$ 6,7 bilhões — corresponde a aplicação de renda fixa. Marçal declarou ainda um terreno em Santana de Parnaíba (SP) no valor de R$ 490 milhões.

Nesse domingo (16), o empresário disse que sua declaração de bens, de R$ 7,4 bilhões, ao TSE está errada e que mandou corrigir as informações.

O patrimônio de R$ 7,4 bilhões faria Marçal o candidato mais rico das eleições 2026. O valor é 43,77 vezes maior que o declarado por ele em 2024, quando disse ter R$ 169,5 milhões em bens.

Ao Estadão, Marçal disse que a declaração está errada e que já mandou corrigir as informações. Ele não informou qual seria o valor correto.

No entanto, Marçal está inelegível até 2032. No dia 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa do empresário e manteve a condenação que o tornou inelegível por oito anos por uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2024.

O registro ainda precisa ser analisado e aprovado pela Justiça Eleitoral.

O presidente nacional da legenda, Leonardo Avalanche, que havia sido escolhido para encabeçar a chapa, agora será candidato a vice. Avalanche declarou patrimônio de R$ 495 milhões.

Inelegibilidade

No dia 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou, por 7 votos a 0, a condenação de Pablo Marçal (União Brasil) por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha de 2024 para a prefeitura da capital paulista. A decisão manteve a inelegibilidade de oito anos do coach e influencer.

Ainda cabe recurso da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa de Marçal afirma que irá recorrer.

Os embargos de declaração foram apresentados pela defesa de Marçal contra o acórdão de dezembro de 2025. A ação julgou três acusações diferentes contra Marçal, reunidas em ações movidas pelo PSB e pelo Ministério Público Eleitoral.

A corte afastou duas delas: abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos de recursos de campanha. Nesses pontos, prevaleceu o entendimento de que não havia prova inequívoca de pagamento efetivo de prêmios em dinheiro pelo candidato ou por terceiros.

A condenação que restou — e que os embargos de declaração tentavam reverter — foi por uso indevido dos meios de comunicação social.

Segundo o relator, o coach se beneficiou de uma estratégia de disseminação massiva de vídeos por meio de um concurso promovido na comunidade “Cortes do Marçal”, no Discord, entre 24 de junho e 7 de julho de 2024. Os participantes eram incentivados a publicar cortes de vídeos do então candidato com a hashtag #prefeitomarçal em troca de prêmios, prática que a legislação eleitoral veda. (Com informações do portal de notícias g1 e de O Estado de S. Paulo)

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Eleições 2026

Com o fortalecimento das emendas parlamentares e do controle do Congresso sobre o Orçamento do Executivo, os partidos do centrão passaram a enxergar mais vantagens em ampliar suas bancadas do que apoiar uma candidatura à Presidência da República
Mesmo inelegível, Pablo Marçal registra, no TSE, candidatura para presidente
Deixe seu comentário
Baixe o app da RÁDIO Pampa App Store Google Play
Ocultar
Fechar
Clique no botão acima para ouvir ao vivo
Volume

No Ar: Programa Pampa News