Terça-feira, 17 de Maio de 2022

Home Cláudio Humberto PGR investiga “rachadona” de Davi Alcolumbre

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A investigação sobre acusação de “rachadona” contra o ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre segue caminho natural na PGR, apesar de a imprensa não falar mais no caso. A fase de instrução inclui diligências e tomada de depoimentos das pobres mulheres da periferia de Brasília recrutadas para que aceitassem ser contratadas para “trabalhar” por salários de R$ 14 mil mensais, desde que devolvessem 90% do valor.

Eu não sabia
O esquema envolveria seis funcionárias e pelo menos R$2 milhões movimentados. Davi Alcolumbre tratou de culpar o chefe de gabinete.

Preocupou
O caso da “rachadona” de Alcolumbre está com a subprocuradora-geral Lindora Araújo, o que deixou os envolvidos bastante preocupados.

Para depois
O senador Alessandro Vieira (Rede-SE), autor da notícia-crime enviada ao STF, preferiu não comentar o caso com as investigações em curso.

Um detalhe
Causa estranheza a falta de visibilidade do escândalo na imprensa. Muitos ironizam dizendo que Davi não tem o sobrenome correto.

SP dispensa empresas de contratar cobradores
Maior cidade do País, São Paulo se associou a dezenas de outras que decidiram dispensar as empresas de ônibus de contratar cobradores, a partir de agora. A ideia é adotar progressivamente tecnologias que dispensam esse tipo de profissional, acabando aos poucos com a função, sem demissões em massa. Por enquanto, haverá um sistema híbrido, de ônibus com e sem cobradores, até a função ser extinta. Cobradores representam entre 18% e 23% do custo da passagem.

Novas tecnologias
Nos ônibus sem cobradores, as pessoas poderão pagar as passagens usando celular, cartão de aproximação ou de passe livre etc.

Já são setenta
A estimativa é que cerca de setenta municípios adotaram procedimento idêntico, mas sete aderiram à gradativa eliminação da função.

Ônibus sem cobrador
O “ônibus sem cobrador” iniciou em 2021 em Manaus, Santa Maria, Paulínia (SP), Curitiba e Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo (MG).

Teatro do poder
O presidente Jair Bolsonaro exercitou o teatro do poder, ao receber os inimigos figadais Edson Fachin e Alexandre de Moraes, que cumpriram a praxe de entregar o convite para a posse da cúpula do TSE. Como no teatro, todos fingiram não sentir o ódio que deveras sentem pelo outro.

Encontro cordial
Foi muito cordial o encontro de Bolsonaro com a ministra Maria Cristina Peduzzi, presidente do TST, reconhecida como grande magistrada. Ela o convidou à posse do sucessor, ministro Emmanoel Pereira, no dia 16.

Dormindo com inimigo
João Doria vai para a campanha sem um aliado presidindo o PSDB. Após tentar impedir a vitória do paulista nas prévias, Bruno Araújo não renunciou. Pior: ontem, ampliou seu mandato por mais um ano.

Mais uma
O ministro Ciro Nogueira (Casa Civil) afirmou à Band que o ex-corrupto Lula mente ao prometer interferir na política de preços da Petrobras. “É impossível”, disse, “hoje só 30% da empresa pertencem ao governo”.

Trair e coçar…
O suplente José Aníbal (SP) não tem votos, mas incomoda. Ainda inconsolável com a derrota do gaúcho Eduardo Leite nas prévias, ele sonha com solução de terceira via que exclua o tucano João Doria.

Vilipêndio é crime
O deputado Filipe Barros (PSL-PR) protocolou denúncia contra o vereador Renato Freitas (PT), que liderou a invasão de uma igreja em Curitiba. “Espero que a Câmara Municipal reaja à altura”, disse.

Quem lacra, não lucra
Depois de usar redes sociais para mais um ato de lacração e acusar “todas as pessoas brancas” de reproduzirem o racismo, a rede de academias BodyTech sofreu enxurrada de desligamento de alunos.

Tendência?
A utilização de criptomoedas como o bitcoin segue em alta e é cada vez mais relevante. Relatório do Banco Central revela que brasileiros gastaram US$ 6 bilhões em 2021 contra US$ 3,3 bilhões em 2020.

Pensando bem…
… apesar da sessão de abertura dos trabalhos no Legislativo, ainda parece recesso no Congresso.

PODER SEM PUDOR
Ego de banqueiro
O general João Figueiredo não gostava de banqueiros, especialmente do dono do banco Itaú, Olavo Setúbal. Achava-o arrogante, embora sua gestão na prefeitura paulistana o credenciasse para seu ministério. Atendendo a uma indicação da Arena paulista, Figueiredo convidou Setúbal para a presidência do Banco Central, mesmo sabendo que o banqueiro jamais aceitaria um cargo secundário, na época subordinado ao ministro da Fazenda. O general só não contava com a resposta curta e grossa de Setúbal: “Banco por banco, presidente, fico no meu.”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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