Sábado, 21 de Março de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 20 de março de 2026
Estação iniciada nessa sexta-feira (20) e que prossegue até 21 de junho, o outono deve ser marcado em Porto Alegre por chuvas e temperaturas dentro da média esperada pelo período. A projeção é da prefeitura, com base em análises realizadas pela empresa especializada Catavento Meteorologia.
Com base nas análises da Catavento Meteorologia, o outono de 2026 na Capital deve apresentar chuvas e temperaturas dentro da média climatológica esperada para o período.
“Durante a estação, é comum a atuação mais frequente de frentes frias no Sul do Brasil”, explica o texto divulgado no portal prefeitura.poa.br. “Esses sistemas contribuem para a ocorrência de chuvas e para a redução gradual das temperaturas, caracterizando a transição para os meses mais frios do ano”.
Em determinados momentos, no entanto, podem ocorrer bloqueios atmosféricos, que dificultam o avanço dessas frentes frias. Nessas situações há potencial para o desenvolvimento de instabilidades mais intensas, com possibilidade de chuvas fortes em curtos períodos e de forma isolada.
Outro fator que merece atenção é o cenário climático de maior escala. Conforme análises recentes da agência norte-americana Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, na sigla em inglês), vinculada ao governo dos Estados Unidos, há aumento na probabilidade de formação do fenômeno El Niño ao longo deste ano.
“Há chances superiores a 50% de consolidação durante o inverno no Hemisfério Sul”, acrescenta o informe municipal. “O fenômeno, porém, ainda não está configurado.”
A Defesa Civil da capital gaúcha monitora de forma contínua as condições meteorológicas. Também reitera a importância de que a população acompanhe os boletins e alertas emitidos pelos canais oficiais da administração municipal, bem como do próprio órgão da página prefeitura.poa.br/poaclima.
De forma geral, a tendência é de que o outono apresente volumes de chuva dentro da normalidade, embora não se descartem eventos pontuais de maior intensidade. A Defesa Civil ressalta que ainda não há indicativos de eventos extremos persistentes.
(Marcello Campos)