Domingo, 14 de Agosto de 2022

Home Colunistas Pré-candidato ao Piratini, Onyx Lorenzoni sugere vice indicado pelo União Brasil

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O pré-candidato ao governo gaúcho e presidente do PL deputado federal Onyx Lorenzoni gostaria de ter o candidato a vice indicado pelo União Brasil. Ele almoçou ontem num restaurante em Brasília com o presidente do União Brasil no estado, o ex-deputado federal e ex-prefeito de Canoas, Luis Carlos Busato. Foi a primeira conversa sobre a possibilidade de uma aliança dos dois partidos para a disputa do governo gaúcho, segundo ambos disseram ao colunista, ontem à noite. Onyx sugeriu que Busato avalie a possibilidade do União Brasil indicar o nome para compor o cargo de vice-governador na sua chapa.

Segundo Onyx, “não houve um convite pessoal ao presidente Busato, mas sim uma primeira conversa sobre a possibilidade do seu partido ocupar a vaga de vice-governador nesta aliança que já conta com o Republicanos, e que pode até culminar com a indicação do seu nome para esse espaço”. Onyx não vê dificuldades numa aliança com o União Brasil e observa que “guardo relações de respeito e harmonia com todos os dirigentes nacionais do União Brasil, que compreenderam o fato de eu ter tomado esse rumo depois de ter permanecido por 25 anos no PFL”. Onyx, que já tem confirmados o Republicanos e o PROS, vem dialogando com outros partidos para ampliar a aliança para disputar o governo do Estado.

Busato preocupado com demora das definições

O presidente do União Brasil no RS, Luiz Carlos Busato, conversou com o colunista ontem às noite, antes de embarcar para Porto Alegre no aeroporto de Brasília, e comentou sobre o almoço com Onyx Lorenzoni: “foi uma conversa inicial de avaliação de possibilidades. Evidente que ainda há a necessidade de diálogos internos em ambos os partidos para avaliar os interesses e convergências. Mas de qualquer modo, foi uma satisfação de sermos lembrados”. Busato lembra, no entanto, que “o União Brasil fez parte do governo Eduardo Leite e faz parte do governo Ranolfo, por compreender que é preciso avançar nas agendas que estão transformando o estado. Mais do que nomes, olhamos para o futuro do Rio Grande do Sul”. Porém, mostrou-se preocupado com a necessidade de acelerar os entendimentos políticos, lembrando que “a decisão sobre o rumo do partido será feita com muito diálogo e respeito, contudo é importante dizer que o tempo das definições sobre os rumos das eleições precisam ganhar novo ritmo. Somos um partido e não podemos depender de decisões pessoais”.

Para alguns, inflação só existe no Brasil

O destaque que a imprensa aparelhada vem dando aos índices de inflação no Brasil, retirando-a do contexto internacional, e sem mencionar que há um crescimento da inflação em todo o mundo, como reflexo da pandemia e da guerra Russia x Ucrania, mereceu ontem comentários do presidente Jair Bolsonaro, ao conversar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada:

“A crise é no mundo todo. Aqui no Brasil, está caro? Está, mas alguns me acusam injustamente. A carne, os combustíveis estão caros em todo o lugar. Quem mandou ficar em casa é responsável por isso. O mais importante é avaliar o custo de vida no mundo tudo. O Brasil é o país onde menos subiu os preços. Quando baixei o IPI, não quer dizer que na ponta não baixou. Mas não subiu. Mas infelizmente, o STF, o Alexandre de Moraes, derrubou parte do IPI. Viram como está a Argentina? Está no mesmo caminho da Venezuela. Porque botaram aquela senhora Kirchner, que prometeu tudo de graça. Agora estão pagando o preço.”

Tiago Simon: gestão do MDB em Porto Alegre é referência

A manifestação na tribuna ontem do deputado Edson Brum (MDB), elogiando os feitos do governo Eduardo Leite, mereceu um contraponto do deputado Tiago Simon, do MDB. Tiago disse que preferia elogiar as gestões do MDB no governo estadual, citando Pedro Simon e Germano Rigotto, e ações como a criação do Fundopem, o programa Integrar, as indústrias florestais, duplicação da GM e outros investimentos. Tiago Simon comentou ainda que “embora a bancada do MDB tenha aprovado as medidas extraordinárias do governo Eduardo Leite, como venda das estatais, a inflação das receitas e a cobrança das alíquotas dos servidores públicos”, criticou os critérios do governador Eduardo Leite durante a pandemia: “lamento o fechamento de empresas em virtude dos critérios adotados na pandemia, provocando o retrocesso na economia do estado”. Sobre os pedágios, criticou o leilão do lote na Serra gaúcha, que classificou de “imoral” em função das exigências de garantias. E apontou a gestão do MDB em Porto Alegre como “referência de modelo de desenvolvimento.”

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