Domingo, 28 de Novembro de 2021

Home em foco Presidente do Bahia se revolta por erro em jogo contra o Flamengo

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O presidente do Bahia, Guilherme Belintani, se manifestou sobre o erro a favor do Flamengo no pênalti marcado no Maracanã, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro nesta semana. O juiz não mudou a decisão mesmo assistindo o vídeo que mostra bola batendo no peito do zagueiro Conti.

“O futebol brasileiro virou um escândalo, um assalto, um absurdo. Fechem as portas. Terceiro jogo seguido com erro afrontoso contra o Bahia. Vergonhoso, indisfarçável. Querem rebaixar o Bahia? Eu imagino porque. Mas não vão conseguir”, disse o dirigente.

No estádio, os jogadores do Bahia quase não voltaram para o segundo tempo. O clube baiano reclamou também no Twitter, com mensagens em tom de ironia. “Ameaçamos não voltar pro segundo tempo. Mas abandonar o jogo não é coisa desse clube aqui. A gente não quer favorecimento, apenas arbitragens justas.”, postou.

Conheça alguns dos maiores erros de arbitragem de todos os tempos:

1. GRÊMIO 0 X 1 FLAMENGO

Campeonato: Brasileirão de 1982 (3º jogo da final)
Data: 25.4.82
Estádio: Olímpico (Porto Alegre)
Árbitro: Oscar Scolfaro (Brasil)

O tricolor gaúcho buscava o gol do empate — e do título — quando o centroavante Baltazar cabeceou no alto do gol flamenguista. Para impedir o tento, o rubro-negro Andrade meteu a mão na pelota. Pênalti? Não para o juizão Oscar Scolfaro, que mandou o jogo seguir dizendo que o toque foi do goleiro Raul. Mas o arqueiro estava caído na hora do lance.

2. BRASIL 2 X 1 ESPANHA

Campeonato: Copa de 1962 (fase classificatória)
Data: 6.6.62
Estádio: Sausalito (Viña del Mar, Chile)
Árbitro: Salvador González Bustamante (Chile)

Precisávamos de um empate para seguir na Copa, mas a Espanha abriu o placar aos 35 minutos do primeiro tempo. A coisa teria ficado realmente feia se o juiz não tivesse anulado um gol de bicicleta do húngaro naturalizado espanhol Puskas. Até hoje, ninguém sabe o porquê desse erro que deu uma força para o nosso bicampeonato.

3. SANTOS 1 X 1 BOTAFOGO

Campeonato: Brasileirão de 1995 (2º jogo da final)
Data: 17.12.95
Estádio: Pacaembu (São Paulo)
Árbitro: Márcio Resende de Freitas (Brasil)

Uma arbitragem catastrófica definiu o Brasileirão de 1995. Com um gol de Túlio impedido, o Fogão saiu na frente. O Santos empatou em outro erro do juiz: o lateral Capixaba ajeitou com a mão e tocou para Marcelo Passos marcar. Para ser campeão, o Peixe precisava de mais um gol. E conseguiu no finalzinho, com Camanducaia. Mas, em tarde “inspirada”, Márcio Resende anulou, alegando impedimento inexistente.

4. SANTOS 0 X 0 PORTUGUESA (decisão por pênaltis inacabada)

Campeonato: Paulistão de 1973 (final)
Data: 28. 3. 73
Estádio: Morumbi (São Paulo)
Árbitro: Armando Marques

Na decisão por pênaltis, o Peixe converteu duas das três primeiras cobranças. A Lusa errou as três, mas ainda podia empatar, certo? Não para o juiz Armando Marques, que encerrou as cobranças e declarou o Santos campeão. Percebendo o erro, o técnico da Portuguesa pegou seu time e sumiu do Morumbi. Para “consertar” a lambança, a Federação Paulista decidiu dividir o título entre as duas equipes.

5. ARGENTINA 2 X 1 INGLATERRA

Campeonato: Copa de 1986 (quartas-de-final)
Data: 22.6.86
Estádio: Azteca (Cidade do México, México)
Árbitro: Ali Bem Naceur (Tunísia)

Aos 6 minutos do segundo tempo, o pequenino meio-campo Maradona saltou com o grandalhão goleiro Shilton. Com o punho esquerdo, ganhou a dividida aérea e desviou a bola para as redes. E saiu comemorando. “Fiz o gol com a minha cabeça e a mão de Deus”, declarou o camisa 10 argentino. Sem essa “mãozinha divina” — e do juizão Naceur, que não viu o lance — , a história da Copa poderia ter sido outra.

6. INGLATERRA 2 X 2 ALEMANHA OCIDENTAL (2 X 0 NA PRORROGAÇÃO)

Campeonato: Copa de 1966 (final)
Data: 30.7.66
Estádio: Wembley (Londres, Inglaterra)
Árbitro: Gootfried Dienst (Suíça)

Depois do empate no tempo normal, a Inglaterra estufou as redes aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação. “Estufou as redes” é modo de dizer, pois no “gol” do inglês Hurst a bola bateu no travessão e quicou sobre a linha. Ela não entrou por inteiro, mas o árbitro validou o tento. Revolta dos alemães. Hurst ainda faria outro gol para os ingleses, mas o erro ficou marcado como uma ajuda decisiva para determinar os vencedores daquela Copa.

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