Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026

Home Política Quebra de sigilo de Lulinha mobiliza força-tarefa do PT na CPMI do INSS

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A aprovação da quebra de sigilo do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lulinha, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS mobilizou o pelotão do PT no Congresso Nacional.

A sessão acabou em tumulto e até agressão, mas os governistas não se deram por satisfeitos e foram até o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pedir a anulação da sessão.

Parlamentares dizem que vão às últimas consequências para garantir que a sessão seja anulada.

Apesar não ser investigado pela Polícia Federal, Lulinha foi citado como possível sócio oculto de Antonio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.

A base governista, que tem maioria na comissão, pediu que os requerimentos fossem aprovados em bloco e estava convicta de que derrubaria os pedidos.

Não foi o que aconteceu. A força tarefa entrou em ação e já trabalha com várias opções na mesa.

Se Alcolumbre não atender ao pedido dos governistas, o plano B é denunciar o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), no Conselho de Ética da Casa.

Ele será acusado de fraudar a votação de requerimentos na comissão.

Viana

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que recorrerá ao STF (Supremo Tribunal Federal) caso a mesa diretora do Senado reverta a aprovação da quebra de sigilos fiscais, bancários e telemáticos de Lulinha. Viana, porém, acredita que a decisão será mantida.

“Espero que o presidente do Senado ouça os dois lados, especialmente porque tenho muita tranquilidade que o regimento da casa foi cumprido e de que nós temos todas as condições para dar sequência aos requerimentos”, afirmou à imprensa.

“Há quase um mês, tento falar com o presidente sobre a prorrogação da CPMI e ainda não tivemos nenhuma resposta efetiva sobre esse assunto. Vai ser uma conversa muito boa. Eu e o David temos um ótimo relacionamento”, completou.

Viana foi taxativo: “Para que a pauta fosse derrubada em bloco, era necessário que o governo apresentasse a maioria dos votos ou 16 parlamentares presentes, de acordo com o painel de 31. Apresentaram, e eu contei duas vezes, 7 votos contrários, portanto, a pauta está aprovada na sua integralidade”, afirmou.

Segundo imagens da TV Senado, votaram contra os requerimentos os senadores Soraya Thronicke (Podemos-MS), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA), Teresa Leitão (PT-PE), e os deputados Damião Feliciano (União Brasil-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Paulo Pimenta (PT-RS), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carlleto (Avante-BA) e Rogério Correia (PT-MG). (Com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo e do portal Poder360)

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