Quinta-feira, 02 de Abril de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 1 de abril de 2026

Rede comunitária, com faturamento de R$ 560 milhões e presença em nove cidades, inaugura unidade no bairro Rio Branco com estacionamento, autoatendimento e mix ampliado de 8 mil itens.
Canoas amanheceu diferente no dia da inauguração da nova unidade Ana Nery da Rede UniSuper. No bairro Rio Branco, a movimentação não era apenas de consumidores curiosos: era de uma comunidade que viu nascer um espaço maior, mais moderno e carregado de simbolismo. Depois de 25 anos funcionando na Rua Ana Nery, a loja histórica da rede abriu as portas em abril de 2026 na Rua Nicolau Seibel, 1286, com 1.000 m² de área, 40 vagas de estacionamento, 8 mil itens no mix de produtos, quatro caixas tradicionais e seis terminais de autoatendimento.
O CEO Sandro Formenton destacou a importância da mudança: “A unidade da Ana Nery faz parte da nossa história e atravessou, junto com a comunidade, momentos desafiadores como a pandemia e as enchentes. Agora iniciamos uma nova fase, com estrutura moderna e preparada para oferecer ainda mais conforto e qualidade.”
A inauguração também simboliza resiliência. Os planos haviam sido adiados pelas enchentes de 2024, mas a abertura em 2026 marca a retomada e o fortalecimento da rede. Canoas, que já recebeu investimentos da UniSuper em prédios de antigas operações de Carrefour e TodoDia, consolida-se como uma das cidades estratégicas para o crescimento da marca.
Fundada em 2000 pela união de empresas familiares e fortalecida em 2021 com a fusão de cinco grupos, a UniSuper soma hoje mais de 1,2 mil colaboradores, 21 lojas próprias e 13 licenciadas. Segundo a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS), o setor supermercadista gaúcho faturou R$ 40 bilhões em 2024, e a UniSuper aparece entre as dez maiores redes do estado, com faturamento estimado em R$ 560 milhões anuais.
Em cada cidade onde atua, a rede não apenas abastece, mas gera empregos e movimenta a economia local. Em Canoas, a nova Ana Nery reforça esse papel, transformando-se em ponto de encontro e convivência. O supermercado, tradicionalmente visto como espaço funcional, assume papel de centro comunitário, onde consumo se mistura com pertencimento. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)