Domingo, 29 de Maio de 2022

Home Mundo Após reunião, Biden diz que Estados Unidos e Alemanha estão em sintonia contra agressão russa

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reuniu com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, nesta segunda-feira (7) na Casa Branca. O principal assunto do encontro foi a crise entre a Rússia e o Ocidente, à medida que as tensões e o acúmulo de tropas aumentam nas fronteiras ucranianas.

Após a conversa, Biden afirmou que a Alemanha e os EUA estão em sintonia para enfrentar a agressão russa em meio à crise na Ucrânia. O presidente norte-americano vem reafirmando que uma invasão russa é iminente, e ordenou o envio de quase 3 mil soldados para a Europa Oriental para proteger o flanco leste da Otan da possibilidade de um ataque da Rússia.

“A Alemanha é um dos aliados mais próximos dos Estados Unidos”, disse Biden, acrescentando que eles estão “trabalhando em sintonia” para deter ainda mais a agressão russa na Europa.

Antes do encontro, Olaf Scholz disse a repórteres que haverá um preço muito alto se a Rússia invadir a Ucrânia. De acordo com um porta-voz do governo alemão, o chanceler deve se encontrar nesta terça-feira (8) com o presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente da Polônia, Andrzej Duda, em Berlim para discutir a crise na Ucrânia.

No entanto, a postura de Scholz sobre o conflito vem sendo questionada, visto que, até o momento, a Alemanha não se posicionou de maneira enfática sobre o assunto. Ao invés de enviar tropar ou armamentos para o Leste Europeu, o chanceler optou por doar um hospital de campanha para Kiev, treinamento médico e 5 mil agentes para os atendimentos.

“O governo alemão concordou muito claramente que não enviaremos armas letais ou entregas de armas para áreas de conflito porque não queremos alimentar ainda mais esses conflitos”, disse a secretária de Defesa alemã, Christine Lambrecht.

O novo chanceler é o sucessor de Angela Merkel, que em 2014 desempenhou um papel crucial como intermediária entre o presidente russo, Vladimir Putin, e aliados do Ocidente. À época, Merkel encorajou outros líderes a intensificarem suas sanções para punir Moscou por anexar a Crimeia.

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