Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022

Home Flávio Pereira Com Bolsonaro, Brasil volta ao Top 10 da economia mundial

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A fonte é a Austin Rating , e naturalmente a velha imprensa não deu o devido destaque: sob o comando do presidente Jair Bolsonaro, o Brasil está de volta ao ranking das 10 maiores economias do mundo, depois de sair desse seleto grupo em 2020.

Este número não é pouca coisa: apesar do movimento globalista que tentou congelar a economia do país, o Brasil saiu da 13ª posição no 4º trimestre de 2021 para a 10ª em março de 2022. Os números da economia não deixam duvida: o PIB (Produto Interno Bruto) nominal do Brasil chegou a US$ 1,83 trilhão no 1º trimestre deste ano, superando a Rússia (US$ 1,83 trilhão), Coreia do Sul (US$ 1,80 trilhão) e Austrália (US$ 1,75 trilhão). A maior economia do mundo é a dos Estados Unidos, com PIB nominal de US$ 25,45 trilhões. Outro dado, o Ibovespa, indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na bolsa de valores B3, teve o quinto melhor desempenho entre 78 países no mês de maio, com alta de 8,48%.

Brasil soube lidar com a inflação mundial

Analistas independentes não têm dúvida em afirmar que a inflação é mundial e que o Brasil soube manejar com inteligência a sua economia. É o caso do ex-diretor do Banco Central e CEO da Mauá Capital, Luiz Fernando Figueiredo, que nos últimos dias tem afirmado em entrevistas, uma delas ao SBT News que a análise da economia precisa levar em conta como o mundo está, para onde está olhando. Segundo ele, o Brasil em relação aos demais países, aprendeu a lidar com a inflação. O mundo não sabe. Há quarenta anos os EUA não têm uma inflação de 7,5%, como está projetada para este ano. O nosso BC já está com a taxa lá em cima, os demais estão começando. Para os outros países, a consequência é que a inflação vai ficar alta muito mais tempo”.

Fake News? Presidente do STF em jantar secreto com Renan Calheiros?

Poderia parecer uma ousada fake News: mas o jantar reservado do presidente do STF, ministro Luiz Fux e da ministra Cármen Lúcia com sete senadores, dentre eles Renan Calheiros, que simboliza a fina flor do que há de pior na politica brasileira, realmente aconteceu. Os demais também participantes, somando os processos a que respondem, não enobrecem o cenário: Kátia Abreu (Progressistas-TO), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Marcelo Castro (MDB-PI), Eduardo Braga (MDB-AM) e Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). O jantar secreto, na mansão da ministra Carmen Lucia, serviu para os ministros do STF se aconselhassem com essa “nata” do Senado, sobre algumas tomadas de posição em relação ao governo e ao presidente Jair Bolsonaro. Esse encontro, totalmente anti-republicano, explica melhor quando ministros do STF, abandonando a discrição e a compostura, utilizam com frequência, em suas diversas manifestações públicas, as expressões “nós” e “ele”.

Visita sem sentido: Alexandre de Moraes e o padre Silvio Lancelotti

Com o claro espírito provocativo, que não guarda nenhuma relação com a compostura de um ministro da Suprema Corte, Alexandre de Moraes reuniu-se, sem qualquer motivo aparente, com o padre Silvio Lancelotti, tradicional apoiador do ex-presidiário Lula, e crítico contumaz do presidente Jair Bolsonaro. Mas o padre, que pertencia à Pastoral do Menor em São Paulo, também possui outra referência interessante: em 2007, viu-se envolvido num ruidoso processo, acusado de abuso sexual e pedofilia.

Cenários para PSDB e MDB no RS

Embora suas lideranças não admitam, a candidatura do MDB ao governo do Estado, está nas mãos do PSDB e dos caciques nacionais do partido. Caso o ex-governador Eduardo Leite não seja indicado como candidato tucano à presidência da República, virá disputar o governo do Estado. O acordo nacional com o PSDB, prevê que o apoio a Simone Tebet pelos tucanos, custaria a desistência da candidatura ao governo gaúcho pelo MDB. Neste caso, Eduardo Leite disputaria o governo do Estado, tendo Gabriel Souza como vice, e Ana Amélia (PSD) candidata ao Senado.

Vieira da Cunha montando a equipe

Pré-candidato ao governo do Estado pelo PDT, Vieira da Cunha confirmou ontem o nome do professor Christian Velloso Kuhn, Doutor em Economia do Desenvolvimento pela UFRGS para assumir a coordenação geral da campanha.

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