Terça-feira, 25 de Junho de 2024

Home Flávio Pereira Com maioria de 73% na Câmara e 67% no Senado, Bolsonaro vai liderar a oposição

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Legitimado por uma maioria de senadores e deputados obtida nas urnas, o presidente Jair Bolsonaro deverá assumir naturalmente a liderança da oposição ao governo Lula. Essa maioria será suficiente para aprovar ou rejeitar projetos de lei, e mediante acordos com bancadas específicas, até mesmo aprovar ou rejeitar Propostas de Emenda à Constituição. Um exemplo: qualquer mudança na politica de preços dos derivados do combustível, ou do alinhamento dos preços da carne com o mercado internacional, precisarão passar pelo Congresso.

Estadão comenta posição de Mourão: “Senado tem de dar um freio nos abusos do TSE”

Opinião do professor e jornalista Carlos Alberto Di Franco publicada no Estadão, elogia a postura firme do senador eleito Hamilton Mourão:Na feliz expressão do vice-presidente e senador eleito pelo Rio Grande do Sul Hamilton Mourão, o Senado Federal tem de ‘dar um freio’ nos abusos do ministro Alexandre de Moraes e do Tribunal Superior Eleitoral”. Ele recorda que o problema “vem de longe: em agosto de 2020, numa palestra promovida pelo Observatório de Liberdade de Imprensa ao Conselho Federal da OAB, o ministro Dias Toffoli definiu os membros da Corte como ‘editores de um país inteiro’, entre analogia do trabalho de um magistrado e o do editor de um órgão de imprensa”. Comenta o famoso Inquérito das fake news, “que ainda tramita até hoje, já decorridos mais de três anos, que tem permitido a tomada de uma série de medidas flagrantemente inconstitucionais contra pessoas que nem mesmo são julgadas no STF, o que, por si só, torna abusivas as medidas determinadas por seus ministros”.

E finaliza o artigo: “Tem razão o senador Hamilton Mourão. O Senado Federal precisa, com serenidade, firmeza e sem casuísmos, passar a limpo o Supremo Tribunal Federal. A crise de credibilidade do Judiciário é acelerada e preocupante. Seu desprestigio pode ser revertido. O Supremo é essencial para a democracia”.

O que disse o general Villas Bôas

Como seria de esperar, a carta do ex-comandante e liderança do Exército brasileiro, o general Villas Bôas publicada nas suas redes sociais nesse fim de semana, não ganhou destaque na velha imprensa. O que diz o ex-comandante do Exército:O que podemos esperar de um governo da oposição: Desmontagem das estruturas produtivas que tão arduamente foram recuperadas, criando uma base capaz de sustentar-se sem depender de governos; A volta do aumento do desemprego, compensado por programas sociais demagógicos; A submissão ao globalíssimo com a consequente perda da identidade nacional. A destruição do civismo; a ridicularizarão do patriotismo e dos símbolos nacionais; A contaminação ideológica do ensino, impondo a aceitação de verdadeiras perversões às crianças; O retorno do estelionato nacional que os jovens dar-se ao enfrentar o mercado de trabalho; A perda do valor da palavra e da vida; A substituição da verdade pelas narrativas; A perda de pruridos pelo uso da mentira; A disfunção das instituições; O desrespeito à Constituição; A relativização da soberania da Amazônia; A natureza acima das pessoas; Dos índios como ferramentas de Ongs e Organismos Internacionais; A política externa orientada por simpatias ideológicas; Apoio a ditaduras; O desaparecimento do culto e à honra, à Pátria e a liberdade; A desesperança das pessoas que vestem verde – amarelo”.

Dia de fake news envolvendo a família Bolsonaro

Mesmo com o término da campanha eleitoral, a onda de fake news contra a família Bolsonaro continuou ontem. Nas redes sociais, internautas espalharam boatos de que Michelle deixaria o marido por conta do resultado das eleições presidenciais, que deu a vitória para o petista Lula. Michelle veio às redes sociais esclarecer: “Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”.

Agora, TCU quer participar da transição

O ativismo politico continua no TCE. Uma decisão inédita do ministro Bruno Dantas, presidente em exercício do Tribunal de Contas da União, foi anunciada ontem: o órgão vai acompanhar a transição de governo, embora esta não seja sua atribuição. Foi designado o ministro e ex-senador Antonio Anastasia para ser o relator do processo de transição.

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