Quinta-feira, 18 de Julho de 2024

Home em foco Confederação Brasileira de futebol escolhe novos diretores sob influência de políticos e do Judiciário

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A CBF deve divulgar em breve nomes que passarão a compor a sua diretoria. Deve ser anunciado quem irá assumir as áreas jurídica e financeira, duas das mais importantes. Os nomes desses diretores, segundo membros do alto escalão da CBF, são indicações de políticos de relevância em Brasília e do poder judiciário.

Quem está dentro da confederação acredita que ela passará a ser loteada para de alguma forma beneficiar quem ajudou Ednaldo Rodrigues a retornar à presidência. Inclusive quem desistiu de afastar o presidente e não se pronunciou no processo no STF, que determinou a sua volta.

Conforme disse um dos mandachuvas da CBF, a confederação é uma “casa de benesses”, podendo atender a interesses de muitas formas. Desde contratos milionários com escritórios até ajudas pontuais a políticos em ano de eleição — caso de 2024, quando prefeitos e vereadores serão eleitos.

A composição da atual diretoria, mesmo para quem trabalha na confederação, é uma incógnita. Desde que Ednaldo Rodrigues foi reconduzido à presidência por decisão do STF, o campo com os nomes dos diretores foi retirado do site. E de acordo com funcionários, novos rostos são vistos constantemente pelos corredores da CBF, mas não se sabe exatamente em quais funções essas pessoas trabalham.

Brasileirão feminino

Na última segunda (26), a CBF divulgou a tabela detalhada da Série A1 do Campeonato Brasileiro feminino. A competição começa no dia 15 de março, com a participação de 16 clubes.

A elite do torneio terá a duração de mais de seis meses. A primeira fase é por pontos corridos, com todas as equipes se enfrentando em turno único. As oito melhores colocadas se classificam para as quartas de final, em seguida semi, e, por fim, final, que está prevista para o dia 22 de setembro. A competição será paralisada entre julho e agosto, durante as olímpiadas de Paris.

A CBF vai destinar cerca de R$ 25 milhões para a realização da competição. Todas as cotas dos clubes terão reajuste. Anteriormente, cada um dos 16 participantes recebia 30 mil pela participação na primeira fase. O valor passará para 300 mil reais. Na segunda fase, os oito classificados receberão R$ 100 mil – anteriormente o valor era de 35 mil.

Os quatro finalistas ganharão mais R$ 100 mil – anteriormente era 50 mil. No total, os clubes vão receber R$ 6 milhões em cotas. A premiação também será recorde, chegando a quase R$ 2,3 milhões. O campeão vai receber R$ 1,5 milhão. O segundo colocado receberá R$ 750 mil. O reajuste dos prêmios foi de 25% em relação ano anterior – o campeão recebia 1,2 milhão e o vice 600 mil. O Corinthians é o atual campeão da competição.

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