Segunda-feira, 15 de Abril de 2024

Home Cláudio Humberto Distância média Lula-Bolsonaro cai para 5,3%

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Estudo que agrega as pesquisas eleitorais estaduais para presidente realizado pela Potencial Inteligência para o Diário do Poder aponta que a diferença entre o petista Lula e o presidente Jair Bolsonaro (PL) é a menor desde início do estudo, em junho: 5,3% separam os dois principais candidatos, 41,5% a 36,2%. A distância é a menor na série de doze semanas do levantamento Potencial/Diário do Poder.

Pelotão abaixo
Ciro Gomes (PDT) tem 6,9% e Simone Tebet 3,6%, o melhor resultado da candidata do MDB desde junho, no início do estudo.

Bolsonaro cresce
O presidente Jair Bolsonaro também registrou, esta semana, seu melhor resultado desde o início do acompanhamento da Potencial.

Indecisos
O índice de votos brancos e nulos (4,8%) é o menor da série do estudo Potencial/Diário do Poder. Indecisos representam 5%.

Dados da pesquisa
A análise da Potencial considera uma base total de mais de 37 mil entrevistas realizadas em cerca de mil municípios até a última sexta (9).

Decisão do STF poderá proteger Barroso da ‘chuva’
É mais provável que o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) avalize a liminar do ministro Luis Roberto Barroso que suspendeu a validade da lei do piso salarial de R$4.750 para enfermeiros. Salvo raras exceções, ministros agem assim em casos polêmicos para “proteger” o colega de críticas, ainda que dele divirjam, certos de que o “protegido” irá retribuir o gesto, numa espécie de “troca de favores” corporativista. No STF e outros tribunais, chamam isso de “não deixar o colega na chuva”.

Questão eleitoral
Bolsonaro acha que a decisão de Barroso foi uma tentativa de prejudicá-lo eleitoralmente, ainda que não tenha sido dele a proposta do piso.

Onda de indignação
Ao suspender o piso na véspera do primeiro pagamento, Barroso gerou onda de indignação em todo o País, com direito a protesto diante do STF

Longe do seu galho
O ministro fez argumentações de política pública, alheias ao STF, ao acolher alegações de hospitais privados que pagam mal aos enfermeiros.

‘Culpa da imprensa’
Sobrou para Guilherme Amado, coitado: Alexandre de Moraes achou sua notícia mais que suficiente para botar a polícia em cima do grupo de empresários. Agora, a vice-PGR Lindôra Araújo lembra que em setembro de 2020 Moraes acusou o mesmo jornalista de “espalhar fake news”.

Pode confiar?
Tinha 95% de “nível de confiança” o Datafolha de 19 de setembro de 2014, a duas semanas da votação, que apontava um segundo turno entre Dilma (PT) e Marina Silva (então no PSB): 37% a 30%. Deu no que deu.

Entre mulheres
A ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra (PSDB) tem desafiado a líder nas pesquisas para o governo de Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade) para debater os problemas do Estado. Mas não obteve resposta.

Ofensa pela culatra
Rendeu mais piadas a tentativa de ofensa do petista Lula, ao seguir a orientação da assessoria e chamar de “reunião do cuscuz clã (sic)” milhares de brasileiros que festejaram o Bicentenário nas ruas.

Lacração deu chabu
A ONG Ipam aproveitou os festejos de independência para tentar lacrar, divulgando a lorota de que a Amazônia nunca queimou tanto na Semana da Pátria. Mas teve de lembrar que 2007, no governo Lula, foi pior.

Bons resultados
Além de resultados positivos na inflação e na geração de empregos, agosto também foi o melhor mês para o mercado de automóveis: mais de 237 mil unidades fabricadas, recorde de 2022 até agora.

Disputa garantida
A aprovação, em poucos minutos, da candidatura à reeleição de Jair Bolsonaro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu o tom para o tratamento que foi concedido ao candidato petista Lula.

Sempre ‘neutro’
Neste sábado (10), a Suíça completa apenas 20 anos como país membro das Nações Unidas, apesar de ser a sede do organismo internacional na Europa desde 1920, quando ainda era a Liga das Nações.

Pensando bem…
… o problema do “cuscuz clã” citado por Lula é que ninguém sabe se é o cuscuz nordestino, paulista ou o marroquino

PODER SEM PUDOR

O animal e o periscópio
A polícia política de Felinto Muller, na ditadura de Getúlio Vargas, prendeu um suspeito de militar no Partido Comunista. Levado aos porões do Dops, foi submetido a uma medonha sessão de tortura por um delegado. Horas depois, chegou Luís Glayssman, do serviço secreto: “Não adianta resistir: diga onde está o mimeógrafo.” O coitado foi logo contando: “Ah, o mimeógrafo? Está enterrado lá no fundo do quintal…” Glayssman gritou: “Por que não falou antes?” Ele esclareceu: “É que esse animal passou o tempo todo onde estava o ‘periscópio’!”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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