Quinta-feira, 18 de Julho de 2024

Home em foco Emirados Árabes dizem que os Estados Unidos deveriam pressionar por fim rápido da guerra em Gaza

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O assessor diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos disse que os Estados Unidos deveriam pressionar por um fim rápido à guerra entre Israel e Hamas e que um novo processo precisa ser encontrado para a questão entre israelenses e palestinos ou os Estados Unidos serão vistos como inefetivos.

Anwar Gargash também afirmou que a política de contenção de Israel, que foi o “marco” da questão palestina nas últimas duas décadas, fracassou e pediu uma nova abordagem que lide com refugiados, fronteiras e Jerusalém Oriental.

“O envolvimento dos EUA será visto em quando acabamos com esta guerra, quão mais rápido, melhor, e se conseguimos ter outro tipo de processo na resolução de problemas, na resolução da questão”, disse, em uma conferência política na capital Abu Dhabi.

“Se esta crise continuar, especialmente no lado humanitário e se esta crise nos levar novamente ao ponto de partida, à velha política de contenção pré-Sete de Outubro, eu acho que o papel norte-americano aqui não será, esqueça certo ou errado, não será visto como efetivo”, acrescentou.

Os Emirados Árabes foram o Estado árabe mais importante a assinar os Acordos de Abraão de 2020, um pacto mediado pelos EUA para estabelecer laços diplomáticos com Israel que quebrou décadas de uma política pan-árabe que cobrava um Estado palestino antes da normalização.

Uma potência do Golfe Árabe, os Emirados Árabes são um dos parceiros mais próximos dos EUA no Oriente Médio e abrigam forças norte-americanas. Também buscaram uma política externa mais independente e assertiva durante a última década, demonstrada pelas suas relações com Israel.

Turquia

A Turquia “riscou” o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, e se esforçará para levar Israel ao Tribunal Penal Internacional (TPI) por suas ações em Gaza, disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, no sábado (4), de acordo com a agência estatal turca Anadolu.

Erdogan descreveu o primeiro-ministro Netanyahu como “já não é alguém com quem possamos falar”, acrescentando: “Nós o riscamos”.

O presidente turco tem criticado veementemente as ações de Israel em Gaza, acusando na semana passada Israel de ir além do seu direito de se defender, cometendo o que descreveu como “opressão, atrocidade” e “massacre” em Gaza.

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