Sexta-feira, 07 de Agosto de 2026

Home Acontece Falta de energia afeta sistemas de abastecimento da Corsan em 53 municípios

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Temporal atingiu 107 estruturas operacionais da Companhia. Cerca de 391 mil imóveis estão desabastecidos e impacto pode alcançar 1,5 milhão

Os temporais com fortes rajadas de vento e queda de granizo que atingem o Rio Grande do Sul desde a noite de quinta-feira, 6, provocaram interrupções no fornecimento de energia elétrica e afetaram sistemas de abastecimento da Corsan em 53 municípios.

Levantamento do Centro de Operações Integradas aponta 107 estruturas operacionais sem energia. Cerca de 391 mil imóveis estão desabastecidos e outros 1,1 milhão estão sob risco de interrupção, elevando para aproximadamente 1,5 milhão o impacto potencial. O boletim situacional mais recente identifica as economias efetivamente desabastecidas e relaciona as ocorrências à interrupção ou oscilação do fornecimento de energia.

A maior concentração de imóveis com falta de água está na Região Metropolitana, onde 6 municípios somam cerca de 253 mil economias desabastecidas. As cidades mais afetadas são Gravataí, Cachoeirinha, Esteio, Alvorada e Viamão. Na Região Sul e no Vale dos Sinos, são 5 municípios (Montenegro, Santa Vitória do Palmar, Jaguarão, Capão do Leão e Pinheiro Machado) com aproximadamente 67 mil economias desabastecidas. No entanto, é a região que concentra maior número de estruturas sem energia (59) podendo afetar o abastecimento em 27 cidades.

No Vale do Taquari, as cidades de Lajeado, Pantano Grande, Taquari e Estrela são as mais atingidas com 41 mil imóveis sem água. Já as cidades de Santana da Boa Vista e Rio Pardo na Região Central já registram 15 mil economias sem água com dez ativos da companhia afetados.

Na Região Leste da Corsan, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha somam 15 mil residências desabastecidas.

Desde as primeiras ocorrências, equipes de operação, manutenção e engenharia atuam em força-tarefa, realizando manobras nos sistemas, acompanhando os níveis dos reservatórios e mobilizando geradores para unidades estratégicas onde há disponibilidade e condições técnicas de instalação. O cenário é monitorado pelo Centro de Operações Integradas, que acompanha a situação das estruturas e orienta as ações em campo.

A abrangência do impacto está relacionada à extensão das interrupções de energia. Entre os ativos atingidos estão estações de captação e tratamento de água e sistemas de bombeamento, que funcionam de forma integrada para captar, tratar e distribuir água à população. Quando diferentes pontos dessa cadeia ficam sem energia ao mesmo tempo, o abastecimento pode ser comprometido em várias cidades.

As concessionárias de energia foram acionadas para restabelecer o serviço. Enquanto isso, as equipes da Corsan trabalham para manter os sistemas em funcionamento onde há condições operacionais e preparar as estruturas para a retomada da produção e distribuição assim que a energia retornar.

Geradores estão sendo utilizados em pontos estratégicos, mas são uma medida de contingência e não substituem integralmente o fornecimento regular de energia. A Corsan possui aproximadamente 4 mil pontos de alimentação elétrica distribuídos pelo Estado, necessários à operação dos sistemas de água e esgoto.

Após o retorno da energia, a normalização do abastecimento é gradual. É preciso retomar a captação e o tratamento, recuperar os níveis dos reservatórios e restabelecer a pressão das redes. Por isso, áreas mais altas ou distantes dos centros de reservação podem levar mais tempo para ter o serviço normalizado.

As equipes permanecem mobilizadas em campo e no Centro de Operações Integradas até a recuperação dos sistemas afetados.(por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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Temporal atingiu 107 estruturas operacionais da Companhia. Cerca de 391 mil imóveis estão desabastecidos e impacto pode alcançar 1,5 milhão

Os temporais com fortes rajadas de vento e queda de granizo que atingem o Rio Grande do Sul desde a noite de quinta-feira, 6, provocaram interrupções no fornecimento de energia elétrica e afetaram sistemas de abastecimento da Corsan em 53 municípios.

Levantamento do Centro de Operações Integradas aponta 107 estruturas operacionais sem energia. Cerca de 391 mil imóveis estão desabastecidos e outros 1,1 milhão estão sob risco de interrupção, elevando para aproximadamente 1,5 milhão o impacto potencial. O boletim situacional mais recente identifica as economias efetivamente desabastecidas e relaciona as ocorrências à interrupção ou oscilação do fornecimento de energia.

A maior concentração de imóveis com falta de água está na Região Metropolitana, onde 6 municípios somam cerca de 253 mil economias desabastecidas. As cidades mais afetadas são Gravataí, Cachoeirinha, Esteio, Alvorada e Viamão. Na Região Sul e no Vale dos Sinos, são 5 municípios (Montenegro, Santa Vitória do Palmar, Jaguarão, Capão do Leão e Pinheiro Machado) com aproximadamente 67 mil economias desabastecidas. No entanto, é a região que concentra maior número de estruturas sem energia (59) podendo afetar o abastecimento em 27 cidades.

No Vale do Taquari, as cidades de Lajeado, Pantano Grande, Taquari e Estrela são as mais atingidas com 41 mil imóveis sem água. Já as cidades de Santana da Boa Vista e Rio Pardo na Região Central já registram 15 mil economias sem água com dez ativos da companhia afetados.

Na Região Leste da Corsan, Glorinha e Santo Antônio da Patrulha somam 15 mil residências desabastecidas.

Desde as primeiras ocorrências, equipes de operação, manutenção e engenharia atuam em força-tarefa, realizando manobras nos sistemas, acompanhando os níveis dos reservatórios e mobilizando geradores para unidades estratégicas onde há disponibilidade e condições técnicas de instalação. O cenário é monitorado pelo Centro de Operações Integradas, que acompanha a situação das estruturas e orienta as ações em campo.

A abrangência do impacto está relacionada à extensão das interrupções de energia. Entre os ativos atingidos estão estações de captação e tratamento de água e sistemas de bombeamento, que funcionam de forma integrada para captar, tratar e distribuir água à população. Quando diferentes pontos dessa cadeia ficam sem energia ao mesmo tempo, o abastecimento pode ser comprometido em várias cidades.

As concessionárias de energia foram acionadas para restabelecer o serviço. Enquanto isso, as equipes da Corsan trabalham para manter os sistemas em funcionamento onde há condições operacionais e preparar as estruturas para a retomada da produção e distribuição assim que a energia retornar.

Geradores estão sendo utilizados em pontos estratégicos, mas são uma medida de contingência e não substituem integralmente o fornecimento regular de energia. A Corsan possui aproximadamente 4 mil pontos de alimentação elétrica distribuídos pelo Estado, necessários à operação dos sistemas de água e esgoto.

Após o retorno da energia, a normalização do abastecimento é gradual. É preciso retomar a captação e o tratamento, recuperar os níveis dos reservatórios e restabelecer a pressão das redes. Por isso, áreas mais altas ou distantes dos centros de reservação podem levar mais tempo para ter o serviço normalizado.

As equipes permanecem mobilizadas em campo e no Centro de Operações Integradas até a recuperação dos sistemas afetados.(por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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