Quinta-feira, 18 de Julho de 2024

Home Economia Inflação do aluguel acumula alta de 5,45% neste ano no País

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O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), conhecido como a inflação do aluguel, variou 0,45% em dezembro, após uma queda de 0,56% no mês anterior. Em todo este ano, o índice acumula alta de 5,45% no País.

Em dezembro de 2021, o IGP-M variou 0,87% e acumulava elevação de 17,78% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Componente do IGP-M, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) variou 0,47% em dezembro, após queda de 0,94% em novembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais caiu 0,29%. No mês anterior, a taxa do grupo havia sido de 0,13%. A taxa do grupo bens intermediários passou de -0,11% em novembro para -0,30% em dezembro.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também compõe o IGP-M, variou 0,44% em dezembro, após alta de 0,64% em novembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo saúde e cuidados Pessoais (1% para 0,37%). Nessa classe de despesa, vale citar o comportamento do item artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de 2,03% em novembro para -0,25% em dezembro.

Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) variou 0,27% em dezembro, ante 0,14% em novembro. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de novembro para dezembro: materiais e equipamentos (-0,35% para 0,37%), serviços (0,35% para 0,43%) e mão de obra (0,53% para 0,16%).

“A última edição do IGP-M de 2022 mostra aceleração dos preços de alimentos importantes ao produtor e ao consumidor. No índice ao produtor, os maiores aumentos foram registrados para: feijão (de -1,45% para 15,36%), bovinos (de -2,20% para 1,55%) e óleo de soja refinado (de 2,57% para 7,35%). Já no âmbito do consumidor, as maiores altas foram registradas para alimentos in natura, com destaque para tomate (de 18,13% para 19,12%) e cebola (17,36% para 24,80%)”, afirmou o coordenador dos Índices de Preços da FGV, André Braz.

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