Quinta-feira, 18 de Julho de 2024

Home em foco Morreu, aos 52 anos, o prefeito da cidade gaúcha de Ipê

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O prefeito de Ipê, Cassiano de Zorzi Caon, de 52 anos de idade, faleceu no sábado (4), em sua fazenda em Capão do Bugre, interior de Ipê. A causa da morte não foi divulgada. Ele era casado com Silvana Zenatto e tinha dois filhos, Thaise e Henrique.

Em seu primeiro mandato na chefia do executivo municipal, Caon não possuía uma carreira política extensa: havia estreado em cargos públicos como vereador da cidade da Serra do Rio Grande do Sul, entre 2017 e 2020. A política, no entanto, era uma paixão do advogado e agricultor, que foi encontrado morto em sua propriedade rural aos 52 anos:

Nascido em Caxias do Sul, ele exercia o seu primeiro mandado no comando do Executivo municipal, após legislatura como vereador. Sua última aparição pública foi na noite anterior, acompanhado de familiares em um evento na cidade de Antônio Prado.

Em paralelo, exercia a atividade de agro empresário no ramo leiteiro. A propriedade rural onde o corpo estava, em meio a uma pastagem, fica no quilômetro 140 da rodovia estadual ERS-122.

A chefia do Executivo de Ipê será exercida pelo vice-prefeito José Mário Grazziotin, que decretou luto oficial no município durante sete dias. Também publicou mensagem nas redes sociais:

“Neste momento de dor, manifestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos por esta irreparável perda. Que Deus, em sua infinita bondade, possa confortá-los nesse momento em que as palavras se apequenam e o espírito busca amparo na fé”.

Vocação política

Caon foi eleito prefeito em 2020, com 50,59% dos votos. A diferença para o segundo colocado foi de 55 votos. De acordo com Fabiano Farinéa, amigo e Secretário de Administração, Planejamento e Habitação da cidade, a eleição se deu muito pela atuação de Caon como vereador e por seu trabalho como agricultor, uma tradição que vinha de família na cidade de pouco mais de 6 mil habitantes.

“Como vereador, ele gostava do embate, da conversa. Queria ajudar todo mundo, gostava da política cmo forma de ajudar as pessoas. Às vezes, faltava medicamento no posto e ele ligava para a secretária: ‘não tem como comprar? Então vou dar do meu bolso’. E era uma pessoa bastante acessível, não era muito de protocolo. Era chegar no gabinete dele, bater na porta e podia entrar. Não tinha formalidade”, diz o secretário.

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