Domingo, 22 de Maio de 2022

Home Cláudio Humberto “Negacionista”, Bolsonaro vacinou mais que Biden

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Frequentemente acusado de “negacionismo”, “antivacina” etc, o presidente Jair Bolsonaro chefia um governo que já garantiu a vacinação de 81,5% da população com uma dose e imunizou 71,4% com duas doses, um desempenho bem superior que o governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, bajulado pela imprensa, que vacinou 75,8% com uma dose e imunizou 64% com duas doses.

Biden genocida?
Bolsonaro é acusado de “genocídio” pelas 636 mil mortes: média de 930 por dia de pandemia. Biden soma 516 mil: média de 1.330 por dia.

Pior que a encomenda
Biden foi eleito atacando a gestão da pandemia de Donald Trump, mas fez ainda pior. A média de mortes de Trump, sem vacina, foi de 1.303

Surra brasileira
Com 81,5% com uma dose, o Brasil também fica à frente de Reino Unido (77%) e Alemanha (75%), segundo o Our World in Data.

Próximo alvo
O Brasil ultrapassou o Reino Unido no percentual de imunizados, 71,4% contra 71,3%. A Alemanha está logo ali, com 74%.

Desde 2016 a velha guarda tenta liquidar Doria
João Doria está no PSDB desde 2002, e paga ônus de haver enfrentado políticos inconformados com a perda de poder no partido. Começou em 2014, quando saiu candidato a prefeito de São Paulo, atrapalhando conchavos tucanos eleger o quatrocentão Andrea Matarazzo. Para fazer pose de “democracia interna”, o PSDB inventou as prévias, cujo objetivo era se livrar de Doria, mas ele venceu. E saiu de 2% nas pesquisas para ser o primeiro prefeito eleito no 1º turno, na cidade, em dez anos.

Voltaram à carga
Doria voltaria a enfrentar os velhos tucanos em 2018, em novas prévias para barrar sua candidatura a governador. Perderam de novo.

Déjà vu em 2021
As prévias de 2021, para escolha do candidato a presidente, tudo se repetiu, dando a Doria a sensação de déjà vu. Ele ganhou novamente.

Conspiração
Figuras como José Aníbal e Aécio Neves, senhores destronados, agora conspiram para barrar a candidatura Doria a presidente. Estava escrito.

Lorota lacradora
O embaixador do Brasil na Ucrânia, Norton Rapesta, desfez as lorotas sobre “estremecimento” das relações entre os países. Ele contou que ambos os presidentes se dão muito bem e que as relações bilaterais vivem ótimo momento. Mas os lacradores continuam insistido na mentira.

Só agora?
Entrou na pauta da Câmara, com atraso de pelo menos um ano, projeto do deputado Tiago Dimas (SDD-TO) que disciplina o afastamento da empregada gestante, inclusive doméstica, não imunizada contra covid.

Ômicron passando
Na sexta (11), o mundo registrou o menor número de casos ativos de covid dos últimos 45 dias, segundo o Worldometer. A média mundial de novos casos diários está em queda desde 28 de janeiro.

Os mortos-vivos
Cinco jornalistas foram mortos no México, somente este ano, e outros tantos mundo afora. Falta contabilizar os que viraram mortos-vivos, com a política de inspiração fascista dos “cancelamentos”.

Câmeras pegaram
Águas Claras (DF) é uma das cidades mais monitoras por câmeras de segurança, por isso intriga a demora da Polícia Civil de identificar o homem que, arma em punho, ameaçou e humilhou dois rapazes.

Inimigo prévio
Em período pré-eleitoral cheio de incongruências, como o flerte Lula-Alckmin, Guilherme Boulos rompeu definitivamente com o MBL de Kim Kataguiri, que acusa de “defender a existência” de nazistas.

Japoneses otimistas
Pesquisa Jetro, organização de fomento voltada para investimento e comércio exterior do governo japonês, revela que 55,8% das empresas do país com atuação no Brasil querem expandir os negócios até 2023.

Snowden II
Senadores dos EUA denunciaram que a agência de inteligência CIA mantém programa idêntico ao da NSA, denunciado por Edward Snowden, de coleta em massa de dados de americanos e estrangeiros.

Pensando bem…
…no atual clima, até o crescimento do PIB vira notícia ruim.

PODER SEM PUDOR
O Brasil no contragolpe
O imperador da Etiópia, Hailê Selassiê, foi deposto pelo próprio filho quando fazia visita oficial ao Brasil, a convite do presidente Juscelino Kubitscheck, liderando uma comitiva que era uma pequena multidão. Em conversa com JK, o imperador pediu dinheiro para voltar, dar um corretivo no filho e retomar o poder. JK ordenou que o ministro da Fazenda, Horácio Lafer, desse dinheiro a Selassiê antes de o Congresso aprovar o empréstimo. Lafer advertiu: “Os parlamentares não vão aprovar isso”. JK respondeu: “Vão aprovar, Lafer. Basta mostrar essa comitiva toda como asilada.” Selassiê retomou o poder e se manteve nele por mais quinze anos.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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