Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2024

Home Copa do Mundo 22 Neymar, Antony e Paquetá tiveram sintomas gripais e casos de virose: Seleção dispensa teste de covid

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Os sintomas gripais que ao menos três dos 26 atletas da Seleção Brasileira apresentaram na primeira semana na Copa do Mundo do Catar não foram suficientes para que eles passassem por testes de covid, segundo avaliação dos médicos que compõem a delegação em Doha. Por isso, a junta médica fez a avaliação de que Neymar, Antony e Lucas Paquetá não precisavam ser submetidos ao exame para a detecção da doença.

“Não passou nem perto essa questão de fazer teste de covid”, disse o coordenador da Seleção Brasileira, Juninho Paulista. Em recuperação de lesão ligamentar no tornozelo direito, Neymar teve febre no dia da partida do Brasil contra a Suíça, mas já está bem.

“O Neymar apresentou um episódio de febre que já está controlado. Isso não interfere no seu processo de recuperação do tornozelo”, limitou-se a dizer o médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, que ficou incumbido de se aprofundar sobre os quadros gripais dos atletas, mas não o fez.

Os jogadores ficam em quartos individuais, mas fazem todas as atividades no hotel, como as refeições, juntos, além dos treinamentos no Grand Hamad Stadium. “Tivemos alguns casos de virose, como o Antony. Alguma coisa nesse sentido. Nada que pudesse influenciar na participação deles, tanto que o Antony entrou e entrou bem (na partida)”, afirmou o auxiliar César Sampaio.

O protocolo da Fifa não exige exame de covid nem o uso de máscaras, acessório pouco visto em Doha. O governo do Catar também retirou desde o início do mês a obrigatoriedade de exames de covid para os torcedores, jornalistas e todos que fossem ao país árabe acompanhar a Copa do Mundo. Também não existe exigência de comprovantes de vacinação.

Na avaliação dos médicos do Brasil, os quadros de gripe são resultado do clima no Catar, seco e quente. A capital Doha apresenta altas temperaturas, mesmo no outono, e os atletas tiveram dificuldade na adaptação, uma vez que, antes de chegar ao país-sede da Copa do Mundo, passaram cinco dias treinando em Turim, na Itália, cujos termômetros marcaram temperaturas inferiores a 10ºC e umidade superior a 90%.

O choque térmico causado pela variação brusca de temperatura nos ambientes em Doha, com o frio do ar-condicionado em lugares fechados e o calor em locais abertos, também atrapalhou os atletas.

Na Itália, os membros da delegação disseram que não havia problema algum em treinar no frio de Turim nessa época do ano e depois seguir para Doha, com temperaturas opostas. Mas eles esperavam uma temperatura maior do que a que encontraram na cidade italiana e menor do que a que enfrentam na capital catariana, com mais de 30ºC durante o dia.

Nos estádios, a temperatura é menor, já que sete das oito arenas são climatizadas com um moderno sistema de ar refrigeração. O Brasil venceu a Sérvia no Lusail sob 23ºC. No Estádio 974, a temperatura estava em 26º no momento do jogo contra os suíços, um pouco mais alta porque a arena é a única sem o sistema de ar condicionado, alimentado por energia solar, pois ficar perto da praia e recebe a brisa do mar. Cabe lembrar que as duas partidas foram disputadas à noite. O primeiro compromisso começou às 22h e o segundo, às 19h, no horário local.

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